Mari Gonzalez ficou quieta o quanto deu. Observou, respirou, evitou comentar o BBB 26 mesmo com o ex-noivo confinado e exposto em horário nobre. Só que existe um limite entre maturidade e silêncio conveniente. Quando o nome dela virou ferramenta de provocação e discurso de ódio, a baiana desceu do muro com salto firme e microfone ligado.
A decisão veio depois de perceber que sua história com Jonas Sulzbach estava sendo usada como argumento dentro e fora da casa. A partir daí, acabou a neutralidade. Em conversa durante o Baile da Vogue, Mari explicou que não entrou na discussão por gosto de polêmica, entrou porque foi colocada nela. Simples assim.
Teve gesto público e teve gesto digital. Além de elogiar Jonas sem rodeio, Mari parou de seguir Babu Santana, Juliano Floss e Ana Paula Renault. O unfollow foi silencioso, mas barulhento. O timing chamou atenção porque a virada aconteceu logo após Juliano usar o nome dela como provocação no jogo. Ela não citou nomes, mas o recado foi entregue com recibo.

No discurso, Mari foi direta e sem veneno gratuito. Chamou Jonas de homem de caráter, coração grande, bom filho, pai dedicado e querido por quem convive com ele. Disse que mantém uma relação respeitosa com o ex e que não acredita em términos carregados de raiva. Oito anos não se apagam com ranço de torcida.
Mesmo vivendo um novo relacionamento com o cantor Pipo Marques, ela fez questão de separar as coisas. Vida pessoal resolvida não significa indiferença. Mari afirmou que acredita no potencial de Jonas no jogo e torce para que ele consiga se posicionar melhor, mostrar inteligência e conquistar o público.
O que incomodou muita gente não foi o que ela disse, foi o tom. Sem gritaria, sem ataque, sem espetáculo. Um posicionamento adulto num ambiente que lucra com reação infantil. Mari não pediu torcida, não pediu perdão e não pediu aplauso. Só deixou claro que não aceita ver sua história usada como arma.