Eu estava tranquilíssima, tomando meu café e cuidando da vida alheia como manda o meu CPF de colunista, quando me deparo com o furacão Luciana Gimenez no olho do noticiário. O nome dela apareceu em documentos ligados ao caso Jeffrey Epstein e a internet entrou em combustão, claro. Porque se existe uma coisa que brasileiro ama é um escândalo internacional com pitada de celebridade.
A própria Luciana foi às redes e falou firme. Disse que nunca conheceu Epstein, nunca teve contato pessoal, profissional ou financeiro com ele. Segundo ela, o nome surgiu em registros bancários divulgados pela Justiça americana que incluem uma lista ampla de movimentações do Deutsche Bank.
E aí começa a parte que eu chamo de plot twist bancário.
De acordo com a apresentadora, as movimentações citadas seriam transferências internas, saídas da conta de investimentos para a conta pessoal dela mesma. Traduzindo para a linguagem do povo que paga boleto: dinheiro indo de um bolso para outro, tudo sob a titularidade dela. Ela afirma que já encerrou a conta no banco e que está buscando esclarecimentos formais sobre a inclusão do nome nos documentos.
Só que, meus queridos, a internet não perdoa. Bastou o nome aparecer em papel oficial para surgirem teorias, vídeos, comentários inflamados e aquele tribunal das redes que julga antes do café esfriar.
Luciana disse que pretende processar quem a acusar de ter recebido dinheiro de Epstein. Também falou do impacto na família e contou que os filhos ficaram abalados com a repercussão nas escolas. A coisa saiu da bolha digital e bateu na porta de casa.
O comunicado oficial reforça que ela repudia qualquer tentativa de associar seu nome a práticas ilícitas e que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
Agora me diz, Brasil: isso é drama jurídico, tempestade virtual ou mais um daqueles episódios em que o nome vira manchete antes do contexto virar leitura obrigatória?
Eu sigo aqui, de binóculo na mão e gloss retocado, porque essa história ainda promete render comentários, análises, threads, especialistas de plantão e aquele clássico suspense que a gente acompanha com o celular na mão e o coração curioso.