Amores, senta que lá vem o capítulo jurídico do Carnaval 2026. A musa da Estácio de Sá, Ravena Hanniely, resolveu subir o tom e avisou que pretende processar Luana Piovani. Motivo. Uso de imagem sem autorização, ironia em excesso e uma expressão que entrou para a história recente da fofoca nacional, a famosa bunda hialurônica.
Tudo começou quando Luana, recém reaparecida na Marquês de Sapucaí como quem diz cheguei e cheguei opinando, resolveu responder perguntas de jornalistas com aquele humor afiado que corta até fantasia de pluma importada. Nos stories, compartilhou um vídeo de Ravena e disparou comentários sobre procedimentos estéticos, citando preparo à base de chopp, franguinho a passarim e intervenções assumidas publicamente pela musa. A internet fez o que faz melhor, aplaudiu, vaiou, salvou nos favoritos e pediu bis.

Ravena não achou graça nenhuma. Classificou a atitude como desrespeitosa, levantou a bandeira do direito de imagem e ainda cutucou o discurso de defesa das mulheres, lembrando que sororidade seletiva costuma dar processo, não like. Segundo ela, sempre falou abertamente sobre suas escolhas estéticas e não topa virar figurante em roteiro alheio sem contrato assinado.

Os advogados já entraram em cena, de terno invisível e olhar de quem não desfila. A musa diz que a questão central é consentimento, palavra pouco carnavalesca, mas muito eficaz no Judiciário. Luana, por enquanto, segue soberana no silêncio estratégico, aquele que costuma anteceder textão ou decisão criativa nos stories.
Eu, que não sou boba nem nada, já comprei pipoca e marquei na agenda. Se esse embate virar ação de verdade, teremos o crossover perfeito entre camarote, rede social e tribunal. Carnaval passa, a treta fica. E eu sigo aqui, anotando tudo de unha feita.