Amores, a diva Luana Piovani conseguiu, mais uma vez, transformar uma simples tentativa de contato jornalístico em cena de novela mexicana (daquelas bizarras). Só que sem roteiro, sem filtro e sem paciência.
Acontece que a repórter Heloísa Cipriano, do portal LeoDias, procurou a atriz para ouvir seu lado sobre uma questão judicial envolvendo o nome dela e Neymar. O que recebeu de volta foi um curto e grosso:
“Que bosta de emprego.”
A resposta, que viralizou, foi direta ao ponto, e ao ego. Não havia insulto disfarçado: era desdém puro, daqueles que só quem se acha imune ao jornalismo é capaz de escrever. Gente, achei super deselegante a resposta da loira!

Mas o episódio, claro, não é caso isolado. Luana Piovani trata a imprensa com a ponta da língua afiada desde sempre. Nos anos 2000, quando ainda transitava entre novelas e capas de revista, já colecionava climões com repórteres. O olhar impaciente, as respostas atravessadas e o eterno discurso de “não preciso disso” tornaram-se marca registrada.
A verdade é que Luana se acostumou a confundir crítica com perseguição, e pergunta com provocação. Quando questionada, responde como se estivesse sendo atacada. Quando é elogiada, desconfia. Quando é ignorada, reclama. E o resultado é sempre o mesmo: manchete por temperamento, nunca por talento.
A jornalista, educada, ainda respondeu com elegância. Ela lembrou que vive do trabalho que sustenta sua casa e que, mesmo diante da grosseria, segue aberta ao diálogo. Uma aula de profissionalismo diante do desprezo gratuito!

Luana, que vive entre o ativismo digital e as autoanálises públicas, parece esquecer que parte da sua relevância vem justamente da imprensa que tanto despreza. Sem ela, não há palco, não há plateia, não há “trending topic”.
Há quem chame isso de autenticidade. Outros, de arrogância. Mas uma coisa é certa: a atriz continua fiel ao seu papel mais duradouro, o de protagonista das próprias crises de imagem.
Luana não é de Lua, é de Plutão. Mas eu ainda te amo gata, desde a minissérie Sex Appeal!