Eu, Kátia Flávia, estava pronta para comentar um barraco qualquer, mas a vida decidiu me entregar um plot twist corporativo com sotaque internacional. O LIDE anunciou oficialmente, hoje (04/02), a abertura de sua unidade em Angola, movimento que amplia a presença do grupo fora do Brasil e reforça a ponte econômica com a África.
A nova operação será comandada pelo empresário angolano Venceslau Andrade, que assume a presidência do LIDE Angola com a missão de aproximar lideranças empresariais e estimular conexões entre os setores público e privado dos dois países. Na prática, isso significa reunião de gente grande em torno de pauta séria, com negócios, agenda estratégica e olho no futuro.
Segundo o comunicado, o foco da unidade em Angola estará em áreas consideradas prioritárias para a cooperação bilateral, como mineração, óleo e gás, turismo, inteligência artificial e segurança alimentar. Nada de conversa vaga. É lista objetiva, daquelas que fazem ministro pegar caneta e empresário abrir planilha.
Venceslau Andrade afirmou que o LIDE Angola nasce com o propósito de fomentar investimentos e gerar impacto positivo, fortalecendo pontes entre mercados e oportunidades. Traduzindo para o meu dialeto, ele chegou dizendo que quer fazer negócio acontecer e não apenas posar para foto institucional.
A expansão foi celebrada também pelo CEO global do grupo, João Doria Neto, que destacou o avanço da agenda de internacionalização do LIDE e o estímulo ao diálogo econômico e social. Já o co chairman João Doria participou da assinatura do contrato da nova unidade e ressaltou o potencial econômico de Angola e a relevância da aproximação entre os dois mercados.
Desde 2024, o LIDE mantém presença no continente africano com uma unidade no Marrocos, e a chegada a Angola consolida essa expansão com foco claro em relações bilaterais e desenvolvimento econômico estruturado. Aqui não tem efeito especial nem discurso decorativo. Tem estratégia, cronograma e gente com crachá importante sentada à mesa.
No meu caderninho de observações, anotei assim. O LIDE decidiu atravessar o oceano com mala de negócios, discurso alinhado e ambição declarada. Não tem escândalo, não tem fofoca clássica, mas tem aquele tipo de movimento que muda o tabuleiro. E eu sigo observando, porque bastidor empresarial também rende capítulo interessante quando os protagonistas entram em cena com contrato assinado e sorriso ensaiado.