Eu juro para vocês que tem horas que a fofoca perde o tom de leveza e vira realidade crua.
Letícia Augustin apareceu nos stories direto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, falando sobre a tensão que está vivendo em meio ao cenário de conflito no Oriente Médio. E não foi publi, não foi pose de aeroporto, foi desabafo mesmo.
Ela disse que é desafiador não ter controle sobre o que acontece ao redor, ainda mais em um ambiente que descreveu como caótico e catastrófico. Eu assisti e senti aquele peso que não é roteiro de série, é vida acontecendo.
Nos vídeos, Letícia aparece abatida, falando sobre a tentativa de manter a calma e buscar um equilíbrio interno. Ela comentou que, se o externo está fora de controle, o interno precisa estar organizado. Essa frase me pegou.
Teve momento em que ela falou sobre amadurecimento emocional e sobre transformar o medo em impulso para se salvar mentalmente. E isso, meu povo, não é discurso ensaiado. É sobrevivência emocional.
Ela ainda classificou a situação como triste e devastadora. E você percebe no olhar que não é exagero de rede social.
Eu fico pensando como é estar longe de casa, em outro continente, enquanto o noticiário só fala em tensão, ataques e incerteza. Não é cenário de novela. É realidade geopolítica.
E aí eu pergunto para vocês, meus amores. Como a gente mantém a cabeça no lugar quando o mundo parece sair dos trilhos?