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Kátia Flávia
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Lara Estelita crava 10/10, lota o Blue Note e entra 2026 como gente grande

Depois de hit viral, parceria de peso e casa cheia, Lara lança o álbum que sela sua virada de chave no pop brasileiro.

Kátia Flávia

06/01/2026 15h00

Depois de hit viral, parceria de peso e casa cheia, Lara lança o álbum que sela sua virada de chave no pop brasileiro.

Amores, isso aqui não é promessa, é entrega.
Lara Estelita começou 2026 do jeito certo, com agenda cheia, discurso afinado e um álbum que chega com sobrenome, estrutura e ambição. O “10/10”, lançado no dia 10 de janeiro, não é só um disco. É um cartão de visita dizendo “cheguei”.

A sequência impressiona. Parceria com Buchecha, música viral, apresentação no Programa Silvio Santos e duas noites de ingressos esgotados no Blue Note Rio. Não é hype fabricado. É tração real.

“Caso de Amor”, gravada com Buchecha e Milton Guedes, colocou Lara no radar nacional em 2025 e deixou claro que ela sabe transitar entre o funk melody, o pop e a emoção sem perder identidade. O álbum vem exatamente para organizar essa potência.

Foto: Divulgação

E aí entra o bastidor que muda o jogo.
O repertório nasceu dentro da CANETARIA, aquela turma que não brinca em serviço. A produção é assinada por Juliano Valle e Milton Guedes, com direção artística de Tiê Castro. Traduzindo, Lara não está testando caminhos, está caminhando com mapa.

São dez faixas que funcionam como capítulos de uma mesma história. “Cem Mil Segundos”, “Guardião”, “Coisas da Cabeça” e “Ganda Vibe” mostram uma artista que escreve para lembrar, cantar e seguir em frente. Pop com emoção, sem afetação.

Foto: Divulgação

As referências estão ali, Aya Nakamura, Gigi Perez, Marina Sena, Shawn Mendes. Mas o som não copia, filtra. O resultado é contemporâneo, brasileiro e com cara de palco grande.

No visual, nada de pirotecnia vazia. Clipes e visualizers dirigidos por Cauê Tarnowski, gravados entre Rio e Lumiar, com estética intimista, câmera próxima e até a mãe da artista na produção. Porque quando a história é verdadeira, não precisa gritar.

“Vivo pra ter mais histórias, canto as minhas memórias”. Essa frase resume o disco e a fase.
Lara Estelita não está pedindo licença. Está ocupando espaço. E 2026, minhas queridas, já começou sabendo disso.

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