Minha gente, que absurdo! Recentemente o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu arquivar as investigações de racismo religioso contra a mãe da atriz e cantora Larissa Manoela, Silvana Taques.
A ex-empresária da famosa estava sendo investigada, desde agosto deste ano, após vazarem alguns prints onde Silvana tece xingamentos contra a família do noivo de Larissa, o também ator André Frambach, chamando de macumbeiros aqueles que seguem as crenças da religião de matriz Africana, Umbanda.

Em um pronunciamento, o juiz André Felipe Veras de Oliveira Guedes, da 32ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, afirmou que, como as próprias vítimas do caso não quiseram prosseguir com as investigações, não havia motivos para que o caso não fosse encerrado.
“Ainda que se considerasse a conduta de Silvana Taques Santos como uma forma mediata de injúria preconceituosa-religiosa, seria o caso de uma ação penal pública condicionada à representação do ofendido. No caso, as vítimas já explicitaram que não têm interesse no prosseguimento da investigação, sendo possível concluir pela falta de representação”, declarou o juiz.