Amores , a tentativa de Virgínia Fonseca e Zé Felipe de fechar as cortinas do processo trabalhista envolvendo a construção da mansão em Goiânia caiu por terra. Literalmente. A Justiça do Trabalho negou o pedido de segredo de Justiça e decidiu que o caso segue aberto, escancarado e disponível para quem quiser ler. Sem filtro, sem blur, sem close errado.
O juiz foi direto ao ponto. Não viu motivo legal para blindar o processo e ainda lembrou um detalhe incômodo. A própria Virgínia transforma a vida pessoal em espetáculo diário nas redes. Logo, pedir reserva agora soa, no mínimo, curioso. Para não dizer conveniente.
Na decisão, o magistrado pontuou que não há risco concreto à intimidade que justifique a exceção. Pessoas públicas não ganham passe livre automático para sigilo, especialmente quando a exposição vira estratégia constante de engajamento. E aí, meu bem, o argumento perde força.
O juiz ainda citou um episódio emblemático. Virgínia já transmitiu até exame de ultrassom ao vivo, em TV aberta e redes sociais. Ou seja, quando a câmera liga, a intimidade não parece problema. Quando o processo aperta, aí vira.
A ação foi movida por dois trabalhadores que afirmam ter atuado na obra da mansão e pedem indenizações por supostas irregularidades trabalhistas. Não houve acordo em audiência anterior. A defesa do ex-casal afirma que uma empreiteira era responsável pela administração da obra, ficando ao casal apenas o repasse financeiro previsto em contrato.
Resultado final?
O processo segue seu curso normal, público, acessível e sem sigilo. Porque, às vezes, a Justiça só faz o que a internet já faz há anos. Mostra tudo.
E convenhamos. Quem vive de luz, não reclama quando o holofote não apaga.