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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Jonas repete Anjo no BBB 26, vira peça central do jogo e deixa a casa em alerta máximo

A segunda vitória seguida muda o tabuleiro, pressiona alianças e transforma o colar em arma estratégica.

Kátia Flávia

24/01/2026 9h30

Foto: Reprodução

Eu, aviso logo. Essa Prova do Anjo deixou de ser sobre colar e virou sobre poder real dentro da casa. Big Brother Brasil 26 entrou oficialmente na fase em que quem ganha prova passa a incomodar, e Jonas Sulzbach já entendeu isso melhor do que muita gente ali dentro.

Jonas venceu a Prova do Anjo pela segunda vez consecutiva, um detalhe que parece pequeno, mas pesa como chumbo em reality. Repetição de vitória chama atenção, acende radar e cria desconforto silencioso nos quartos. Ele deixou de ser apenas competitivo e passou a ser observado como alguém que pode decidir rumos do jogo.

A prova aconteceu na sexta-feira, dia 23, em duplas, com regras que misturaram agilidade, atenção e velocidade. Jonas competiu ao lado de Sarah Andrade e os dois cravaram a melhor pontuação da primeira fase, garantindo vaga direta na etapa final. Enquanto outras duplas tropeçavam em botão, cronômetro e nervosismo, os dois avançaram com segurança.

Na decisão, venceu quem encontrasse primeiro dois cartões com frases positivas. Jonas foi mais rápido, manteve o controle emocional e levou o colar novamente. A dedicatória à mãe veio, mas o clima na casa mudou na hora. Vitória repetida não passa despercebida, ela reorganiza alianças e provoca recalculagem geral.

Com o poder do Anjo, Jonas escolheu Chaianny para o castigo do monstro. A dinâmica exige enrolar linhas em novelos sempre que a música toca, com permanência obrigatória no local até a tarefa ser concluída. É um castigo físico, repetitivo e mentalmente desgastante, do tipo que testa paciência e resistência emocional.

Agora vem a parte que realmente atualiza essa pauta para o presente. No domingo, Jonas terá de fazer uma escolha que pode redefinir o jogo da semana. Ele poderá optar por receber um vídeo da família ou imunizar alguém. Essa decisão não é afetiva apenas, ela é política, estratégica e observada por todos. Quem ele protege passa a carregar o rótulo de aliado. Quem fica de fora sente.

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