Amores, eu estou passada, engomada e precisando de sais. Eu vi, revi, rebobinei e assisti de novo, umas três vezes, sem piscar. E não é possível que só eu esteja assim. O convite do Jonas 22 pra Sol Vega me deixou em estado de choque leve, daqueles que a gente sente sentada no sofá, mas com o coração em pé.
A Sol ficou mexida, gente. Mexida de verdade. Dá pra sentir pelo ar, pelo silêncio, pelo jeito. Não foi cena, não foi exagero, foi impacto puro. Eu fiquei olhando e pensando “meu Deus, isso acabou de acontecer mesmo?”. A casa segue, mas a cabeça não acompanha na mesma velocidade.

Confesso. Depois disso tudo, eu mesma vou ali tomar um banho. Porque tem coisa que só a água resolve. E essa cena… essa cena entrou pra lista das que a gente não desassiste.
A cena acontece no ritmo cotidiano do Big Brother Brasil, daquele jeito que só o confinamento sabe entregar. Jonas 22 comenta que vai tomar banho e, sem rodeios, chama Sol Vega para ir junto.
Nada de suspense, nada de cochicho. Jonas fala com tranquilidade e até didatismo. Diz que não vê problema nenhum em tomar banho acompanhado e lembra que já viveu situações parecidas. Segundo ele, já teve seis, sete pessoas no mesmo banheiro, tudo normal, todo mundo bem, ninguém passando mal, clima organizado, cooperativo. Um ajudava o outro, inclusive a lavar as costas, vida real acontecendo.

Sol ouve, responde com comentários curtos e a conversa segue sem escalar. O tom permanece calmo, sem tensão, sem malícia declarada, sem novela. O episódio entra para aquela prateleira clássica do BBB onde o simples vira assunto e qualquer frase dita dentro da casa ganha lupa do lado de fora.