A Jitterbit acaba de dar um passo calculado, desses que o mercado gosta de ver. O CRO Luca Taglioretti entrou para a lista Channel Chiefs 2026 da CRN, um selo que, no mundo corporativo, funciona quase como rating de influência. Não é prêmio de simpatia. É carimbo de poder.
Desde que assumiu a reformulação do programa global de parceiros, em 2025, Luca acelerou o crescimento do canal com foco em escala e eficiência. Foram mais de 60 novos parceiros adicionados em poucos meses, onboarding médio de três por semana e uma diversificação geográfica que reduziu dependência regional e ampliou presença em mercados estratégicos como EMEA, América do Norte e América Latina.
No discurso oficial, fala-se em automação corporativa e IA agêntica. No bastidor, o que eu vejo é uma empresa organizando sua cadeia de crescimento para capturar demanda num momento em que integração virou peça crítica da transformação digital. A plataforma Harmony entra como ativo central dessa estratégia, concentrando integração, automação e desenvolvimento de aplicações em um único ambiente. Traduzindo. Menos fricção, mais margem.

O CEO Bill Conner endossa a narrativa ao destacar o alinhamento entre canal, demanda por IA responsável e expansão das ofertas de managed service providers. É o tipo de fala que o investidor lê com atenção, porque indica previsibilidade operacional e ambição controlada.
Outro ponto relevante, e pouco glamouroso mas essencial, é a capacitação. A Jitterbit University já treinou mais de 5 mil parceiros e certificou centenas de profissionais. Isso não é detalhe. É mecanismo de defesa competitiva. Quem domina a plataforma tende a permanecer no ecossistema, gerando recorrência e reduzindo churn.
No fim, o reconhecimento da CRN funciona como validação externa de uma estratégia que já estava em curso. A Jitterbit não está só crescendo. Está organizando seu crescimento. E Luca Taglioretti surge como o executivo que transformou o canal de apoio em motor principal.