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Kátia Flávia
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Janja manda filha de Lula sair do camarote causa constrangimento e veta ministros

Eu, já começo avisando que isso aqui foi Carnaval com cheiro de bastidor fechado e poder disputado no salto alto. A cena aconteceu no camarote da prefeitura, no coração da Marquês de Sapucaí, e rapidamente virou assunto sussurrado, depois comentado, depois espalhado, como toda fofoca que nasce elegante e termina constrangedora.

Kátia Flávia

20/02/2026 10h02

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A primeira-dama Janja retirou Lurian da Silva de uma sala reservada no camarote da Prefeitura do Rio de Janeiro na Sapucaí. Foto: reprodução/Instagram

Amores, estou perplexa nesta manhã de sexta, segundo relatos publicados na coluna da minha “best” Mônica Bergamo, a primeira-dama Janja pediu que Lurian, filha do presidente Lula, deixasse a sala reservada onde ele estava. A ordem teria sido direta, sem floreio, com aquele tom de bastidor que não admite réplica longa. Beijo rápido no pai e saída imediata, como se o espaço fosse camarim de estrela atrasada para o desfile.

Lurian havia entrado para cumprimentar Lula e estava acompanhada do neto do presidente. Só que, ao demonstrar intenção de permanecer mais tempo, o clima azedou. Janja teria dito que aquele não era o momento para conversa, que a sala era restrita e que não cabia prolongar a visita. A filha reagiu, quis conversar com o pai, e aí o tom subiu. A frase “aqui não é lugar para isso” teria sido o ponto de virada do capítulo.

O barraco aconteceu diante de plateia qualificada. Lula assistiu, o vice Geraldo Alckmin também, assim como Lu Alckmin, todos com cara de quem preferia estar focado no samba do que na crise familiar. Como a porta estava aberta, assessores da Presidência e da prefeitura ouviram tudo. Bastidor aberto, meu amor, é convite para fofoca correr solta.

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A primeira-dama optou por permanecer no camarote ao lado do presidente durante a apresentação. Foto: reprodução/X

A história se espalhou pelo camarote e ganhou novos contornos. Lurian foi vista com lágrimas nos olhos depois do episódio, enquanto ministros ficaram do lado de fora aguardando autorização para falar com o presidente. A justificativa que circulava era de que a primeira-dama queria evitar tumulto na sala, descrita como pequena e de circulação restrita. Pequena, sim. Restrita, só para alguns.

A situação ficou ainda mais atravessada com o caso da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que ficou fora do espaço reservado. Dentro permaneceu o secretário-executivo da pasta, Márcio Tavares do Santos, amigo pessoal de Janja, que acompanhou Lula na avenida. A assessoria do ministério informou que Margareth estava de férias e que Márcio estava trabalhando, e jogou a decisão de quem entra ou não na sala privada para a conta da Presidência.

Para completar o roteiro confuso, Lurian afirmou que nem chegou a ver Janja e que só encontrou o pai, dizendo que a primeira-dama não estava na sala no momento da entrada. A assessoria de Janja, em viagem com o presidente, não comentou.

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