A história: a briga começou pelo Castigo do Monstro, que Solange deu para Ana Paula e para a babá Milena. O que era climão virou episódio de novela quando a atriz afirmou, na cara dura, que a jornalista havia sido “espraguejada” pela figura materna. Acontece que a mãe de Ana Paula morreu num acidente de carro quando a filha tinha entre 15 e 17 anos. Solange usou isso como argumento.
A internet não deixou barato.
Cida Renault postou a foto de infância da irmã com a mãe, escreveu “Nem precisa de legenda”, e foi exatamente isso: sem legenda, sem textão, sem explicação. O post chegou a 33,8 mil likes enquanto Solange ainda estava falando em almas e auras no confinamento. Gente famosa curtiu, perfis de fãs viralizaram, e o nome da mãe de Ana Paula voltou ao trending com uma dignidade que a filha nem pediu.
A leitura de bastidor é simples: Solange apostou no psicológico e escorregou num terreno que ela não conhecia. Trazer a morte da mãe de uma rival como “maldição” num reality show ao vivo é uma jogada de risco altíssimo, e o público percebeu o tamanho da arapuca antes mesmo do corte comercial. A movimentação de rejeição nas enquetes já passa de 80% para alguém da casa, e não é Ana Paula.
A Cida Renault fez mais em três palavras do que qualquer nota de repúdio faria em três parágrafos. Publicidade bem-feita é assim: quando a foto fala mais alto do que o roteiro de quem queria destruir.