Mais uma reviravolta digna de novela das nove! A modelo e influenciadora de conteúdo adulto Andressa Urach conseguiu se livrar de uma investigação pesadíssima que estava rolando desde o ano passado. A acusação? Suposta apologia à zoofilia e maus-tratos a animais, após uma entrevista polêmica ressurgir nas redes.
Mas nesta semana, o juiz Fabrício Reali Zia, do Tribunal de Justiça de São Paulo, mandou o caso pro arquivo e extinguiu o inquérito policial, sem nem entrar no mérito da história! O motivo? O juiz alegou que o caso está prescrito, ou seja, o prazo legal para possível punição já era. Bomba!
Tudo começou quando Urach relembrou, em uma entrevista de março de 2021 ao canal “Téte a Theo”, um episódio traumático da infância. O vídeo voltou a circular pelas redes graças a um post do apresentador Luiz Bacci, e foi o estopim para que quatro deputados federais Bruno Lima (PP-SP), Matheus Laiola (União-PR), Fred Costa (PRD-MG) e Marcelo Queiroz (PP-RJ) acionassem o Ministério Público e a Polícia Civil.
No vídeo, a ex-Miss Bumbum afirmou: “Virou um hábito. Eu comprei um cachorro para isso”, e disse que a primeira vez aconteceu quando tinha apenas 11 anos. Os parlamentares se chocaram com o “tom natural” do relato e denunciaram: “Merece relevo o fato de que, ao descrever publicamente esse episódio, em tom que pode ser interpretado como natural ou aceitável, a sra. Andressa Urach pode estar promovendo apologia da prática criminosa, incitando outros a cometerem atos semelhantes”.

Mas Andressa não se calou! Ela foi categórica na Justiça: “Muito pelo contrário, os comentários foram tão somente em tom de relato de fato ocorrido durante a infância, mais precisamente aos 11 anos de idade, sem nenhum comentário incentivador ou apologia ao fato criminoso.”
Segundo seus advogados, o que houve foi um relato extremamente pessoal e traumático, com intenção de alertar outras famílias: “Durante muitos anos, Andressa fez tratamento psicológico para, enfim, conseguir narrar sobre os traumas ocorridos durante a infância, sempre com o objetivo de alertar outras famílias sobre a necessidade de ter atenção e cuidado sobre quem se aproxima de crianças.”
A história, vale lembrar, já tinha sido abordada por ela mesma em sua biografia bombástica “Morri para Viver”, lançada em 2015, quando ainda era ligada à Igreja Universal e atuava como repórter na Record.
Agora, com a decisão judicial em mãos, Andressa comemorou o desfecho e foi direta: “Só falei o que vivi.”
E assim, mais uma polêmica capítulo na vida de Urach chega ao fim, mas, como sempre com ela, não sem deixar o Brasil inteiro de queixo caído.