Agora respira fundo comigo, amiga. A Heated Rivalry finalmente tem estreia confirmada no Brasil pela HBO Max e sim, fevereiro já pode ser considerado o mês oficial do surto coletivo GLBTQIA+. Depois de dominar Estados Unidos e Canadá, essa história chega aqui prontinha para virar assunto de grupo, meme de madrugada e obsessão nada discreta.
Baseada nos livros da diva do romance esportivo Rachel Reid, a série acompanha dois jogadores de hóquei que defendem times rivais e fingem que se odeiam enquanto claramente se desejam. É tensão, é olhar atravessado, é desejo mal resolvido e aquela química que grita mais alto que torcida em final de campeonato.

O fenômeno não veio do nada. Heated Rivalry conquistou o público justamente por tratar amor queer sem pedido de desculpas. Nada de sofrimento gratuito, nada de personagem escondido no armário para agradar heteronormatividade cansada. Aqui tem rivalidade esportiva, sim, mas também identidade, exposição pública e aquele romance que começa errado e termina do jeito que a gente gosta, intenso.
Connor Storrie e Hudson Williams, o casal central, já viraram queridinhos do público e ainda vão aparecer juntos como apresentadores no Globo de Ouro, porque quando o universo quer provocar, ele provoca com gosto. O elenco ainda entrega diversidade de verdade, coisa que a crítica especializada aplaudiu sem economia.

A HBO Max ainda não contou se vai liberar episódios semanais ou tudo de uma vez, nem falou sobre dublagem. Traduzindo, mais ansiedade, mais teorias e mais motivo para você já ir preparando o coração e o sofá.
Heated Rivalry não é só uma estreia. É um aviso. Histórias queer também lideram audiência, movimentam redes sociais e fazem gente adulta suspirar feito adolescente. Se você ama romance intenso, rivalidade que vira beijo e personagens que não pedem licença para amar, anota aí.
Fevereiro está logo ali. E esse gelo vai derreter.