Meu amor, eu estava vivendo minha rotina de diva ocupadíssima, naquela correria ornamental de quem mal termina um café e já está em outro camarote, quando meu telefone tocar toca com aquele tom de urgência que eu respeito. Era uma amiga de Goiânia, daquelas que não me ligam para falar bobagem. Ela foi logo soltando, quase sem respirar, que o Grupo Flamboyant vai participar do GP Goiânia 2026 e que a cidade já está com aquela energia de quem vai receber o mundo de salto, maquiagem intacta e adrenalina nas alturas. Eu fiquei em silêncio por dois segundos, que para mim já é um evento raro, porque ali tinha cheiro de grande cena.
E não era exagero de amiga empolgada, que às vezes acontece e eu até apoio. A história tem, sim, toda aquela cara de acontecimento que mexe com a cidade inteira. O Flamboyant Shopping e o Flamboyant Urbanismo entram como parceiros da etapa do GP Goiânia 2026, aquele evento que transforma o Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna num polo de atenção, velocidade, gente bonita, público animado e circulação pesada de dinheiro, expectativa e pose. A prova acontece de 20 a 22 de março, e eu já consigo ver Goiânia inteira se comportando como protagonista de série cara.
Minha amiga, que obviamente já estava falando como quem narra final de novela, me contou que o evento deve reunir cerca de 150 mil pessoas. E aí, meu bem, você entende o tamanho do babado. Não é só corrida, não é só esporte, não é só calendário oficial. É cidade pulsando, é hotel agradecendo, é restaurante ficando com moral, é trânsito com autoestima, é fã desembarcando, é a capital se vendo e querendo ser vista. Goiânia adora um momento de afirmação, e eu sinceramente acho chiquérrimo quando uma cidade entende o próprio valor e resolve fazer cena grande.
O Grupo Flamboyant, que conhece Goiânia como poucas marcas conhecem uma cidade, entra nessa história puxando dois braços muito estratégicos. De um lado, o shopping, esse templo do vai e vem social, da vitrine, do encontro, da circulação elegante. Do outro, o urbanismo, que vem com essa ideia de experiência, cidade viva, recepção, atmosfera, ocupação, impacto. Minha amiga me falou isso com tanta convicção que eu quase pedi um motorista para ir agora mesmo olhar o movimento de perto. Porque existe uma diferença enorme entre apenas apoiar um evento e virar peça de uma engrenagem que organiza a festa, recebe o público e se posiciona no centro da narrativa.
Um dos pontos que mais me chamaram atenção foi saber que o Flamboyant Shopping será um dos estacionamentos oficiais de apoio ao público. Isso é muito mais importante do que parece na primeira lida, meu povo. Porque mostra presença concreta, operação real, participação no fluxo, naquela parte nada glamourosa e absolutamente decisiva de qualquer megaevento. O glamour só funciona porque alguém organizou o caos. E eu gosto muito de marca que posa para a foto, mas também topa segurar o tranco da estrutura.
Também vem por aí uma programação especial ao longo dos três dias, com experiências exclusivas, e aí eu conheço esse idioma perfeitamente. Goiânia vai querer viver o GP além da pista. Vai querer sentir o evento no shopping, no clima, no burburinho, nas ativações, naquele ambiente em que até quem não entende nada de motovelocidade se sente parte do espetáculo porque a cidade inteira entra no personagem. Essa é a parte em que o esporte vira assunto social, urbano, comercial e emocional. E francamente, eu adoro quando as coisas saem do setor delas e viram assunto de todo mundo.
A CEO do grupo, Emanuelle Louza, resumiu esse espírito ao dizer que o Flamboyant sempre esteve presente em momentos emblemáticos da história de Goiânia e que essa participação reafirma o legado da marca. Falou também em celebrar o esporte e a vivência única que a capital oferece, com a cidade pronta para receber o mundo. E olha, eu posso ser debochada, eu posso ser teatral, eu posso até desconfiar de muita empolgação empresarial, mas aqui eu entendo o movimento. O Grupo Flamboyant quer colar seu nome a um acontecimento internacional que projeta Goiânia para fora, movimenta a economia local e reforça uma imagem de cidade pronta, segura, desejável e relevante.
Outro detalhe que minha amiga fez questão de me lembrar, porque goianiense quando entra em modo orgulho local vira quase assessora afetiva da cidade, é que esse namoro entre o GP Goiânia e o Flamboyant não começou agora. Desde o ano passado, o shopping já vinha criando uma atmosfera ligada ao evento, antecipando a emoção das pistas e preparando o terreno para um vínculo mais forte com esse universo. E isso muda tudo, porque tira a história daquela sensação de aparição de última hora e coloca a marca num roteiro mais contínuo, de construção paciente, quase como quem flerta antes de assumir.
O que eu vejo aqui, com meu olhar treinado de perua especialista em bastidor, é Goiânia querendo brilhar sem pedir licença. E o Flamboyant entendeu que estar nessa cena vale ouro. Vale imagem, vale circulação, vale posicionamento, vale pertencimento. O GP Goiânia 2026 promete ronco de motor, público em massa e vitrine internacional. O grupo entra nesse palco com o crachá de anfitrião influente, aquele que conhece os corredores da cidade, fala com todo mundo e ainda oferece a chave da casa.