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Kátia Flávia
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Golfe paulista vira poder, Flávio Maschietto assume e promete revolução

Flávio Maschietto tomou posse como novo presidente da Federação Paulista de Golfe em noite de clube centenário, discurso ambicioso e clima de virada. A meta é clara, dobrar o número de praticantes até 2033 e transformar São Paulo no epicentro do golfe brasileiro.

Kátia Flávia

22/02/2026 8h30

Flávio Maschietto tomou posse como novo presidente da Federação Paulista de Golfe em noite de clube centenário, discurso ambicioso e clima de virada. A meta é clara, dobrar o número de praticantes até 2033 e transformar São Paulo no epicentro do golfe brasileiro.

Amores, eu vi de perto e vou contar do jeito que ninguém mais conta. O golfe paulista resolveu sair do blazer bege e vestir smoking de protagonista. Flávio Maschietto assumiu o comando da Federação Paulista de Golfe como quem entra numa série nova da HBO, postura de CEO, sorriso contido e aquela certeza silenciosa de quem sabe que o roteiro agora é outro.

A posse aconteceu no São Paulo Golf Club, aquele cenário clássico onde até o silêncio parece caro. Não foi só cerimônia, foi declaração de intenções. Maschietto entrou no cargo com a meta mais ousada do clube, dobrar o número de praticantes no estado até 2033. Traduzindo para o meu idioma, ele quer transformar um esporte de nicho em assunto de mesa de bar chique.

FPG Golf Center, campo iliminado da federação, ao lado de Congonhas (Thais Pastor/ F2 Comunicação)

O elenco da nova diretoria parece reunião de conselho de multinacional misturada com paixão esportiva. Tem executivo calejado, tem empresário afiado, tem gente que entende de marketing, gestão, expansão e bastidor. Um time que não fala só de tacada bonita, mas de número, escala, base e futuro. Golfe com planilha, sim senhor.

Hoje a Federação já representa quase 60 por cento do golfe nacional, com dezenas de clubes, milhares de federados e um exército silencioso de praticantes que ainda não oficializaram o romance com o esporte. E é exatamente aí que mora o plano. A nova gestão quer abrir a porta, puxar a cadeira e servir o drink certo para quem sempre achou que golfe não era pra si.

Simulador da Supertacada repruduzir os melhores campos do mundo (Thais Pastor/ F2 Comunicação)

Juventude, mulheres, pré-sêniores, famílias inteiras. Tudo entra no radar. Projetos de base, reforço nas categorias femininas, competições mais acessíveis e até campo iluminado para quem só consegue jogar depois do expediente. O golfe deixa de ser cerimônia engessada e vira programa possível.

E não pensem que é só esporte, não. O discurso também é sobre saúde, longevidade e cabeça no lugar. Dados, estudos, números que mostram que jogar golfe faz bem para o corpo e para a mente. A mensagem é clara, investir no golfe é investir em qualidade de vida. Chique e responsável, adoro.

Constantino Ajimasto Jr , Flavio Maschietto Richard Tsung e Victor Maia (Thais Pastor/ F2 Comunicação)

O que vi ali foi um esporte tentando se reinventar sem perder a elegância. Menos pose, mais estratégia. Menos clube fechado, mais convite real. Flávio Maschietto entrou em cena prometendo crescimento sustentável, profissionalismo e visão de longo prazo. Nada de promessa vazia, o homem fala como quem sabe que vai ser cobrado.

Anota aí. O golfe paulista saiu do canto discreto do salão e foi direto para o centro da pista. E quando isso acontece, meus amores, ou vira sucesso ou vira fofoca grande. Eu aposto no sucesso, mas claro, vou ficar olhando tudo bem de perto. Afinal, esporte também é espetáculo e eu adoro um bom bastidor.

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