Menu
Kátia Flávia
Kátia Flávia

Giulia Be se casa com John Conor Kennedy em cerimônia intimista

Kátia Flávia

24/03/2026 8h00

Atualizada 23/03/2026 23h39

design sem nome

Cantora oficializa união com o advogado americano e prepara celebração religiosa no Rio de Janeiro – Reprodução do Instagram

Eu tive que levantar  para processar porque Giulia Be decidiu cruzar a ponte que liga o pop brasileiro ao sobrenome mais cinematográfico da política americana e fez isso com véu de discrição, passaporte carimbado e clima de romance internacional. A cantora, compositora e atriz oficializou sua união com o advogado John Conor Kennedy em uma cerimônia intimista em Los Angeles, só para familiares, daquelas que parecem simples no papel, mas vêm carregadas de simbolismo, sobrenome forte e perfume de capa de revista importada. E tem mais, meu amor, com o casamento, a artista passa a adotar o nome Giulia Marinho Kennedy em documentos oficiais. Eu gosto muito quando a notícia já chega com cara de rebranding afetivo.

giulia be conor kennedy 2
A artista passa a adotar o nome Giulia Marinho Kennedy em seus documentos oficiais.

John Conor Kennedy é filho de Robert Kennedy Jr., atual secretário de Saúde dos Estados Unidos, e aí a história ganha aquela camada extra de glamour político que deixa qualquer fofoqueiro minimamente funcional prestando atenção. Porque uma coisa é casar. Outra coisa é casar entrando numa família que, para o imaginário coletivo, já nasce com trilha de série cara, arquivo de escândalo chique e fotografia em tons de poder. Giulia, que sempre teve essa aura de menina romântica com embalagem pop sofisticada, agora entra de vez num roteiro que mistura música, elite americana e altar com legenda bilíngue. Nem roteirista distraído de Hollywood recusaria esse argumento.

E a novela ainda está longe do último capítulo. A celebração religiosa do casal já tem data marcada, será em 10 de outubro de 2026, na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Rio de Janeiro. Ou seja, a parte intimista aconteceu em Los Angeles, mas o grande momento com perfume nacional, igreja histórica e possivelmente um desfile caprichado de convidados virá em solo carioca. Segundo o material, esse casamento integra uma sequência de comemorações que Giulia já vinha costurando ao lado de pessoas próximas. Em junho do ano passado, ela reuniu dez madrinhas em São Paulo, entre elas Fefe Schneider e Any Gabrielly, num encontro intimista. Eu já consigo ouvir o barulho dos saltos, sentir a tensão dos looks e imaginar gente bonita tentando parecer casual.

O que me diverte nessa história é justamente o contraste nada discreto entre o formato reservado da cerimônia e o tamanho simbólico da união. Porque no papel é um casamento íntimo. Na prática, é Giulia Be entrando oficialmente para a órbita Kennedy com a serenidade de quem sabe muito bem o efeito dessa manchete. E faz certo. A cantora mexe com fantasia de conto moderno, daqueles em que a brasileira talentosa casa com o advogado americano herdeiro de uma linhagem que o mundo acompanha há décadas, mas faz isso sem espalhafato, pelo menos por enquanto, como quem guarda o gran finale para a igreja no Rio e deixa a primeira bomba explodir em voz baixa.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado