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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Franciely Freduzeski encara o frio, cruza o norte da Europa e chora com a aurora boreal

Com o filho a tiracolo, fibromialgia no corpo e emoção à flor da pele, a atriz transforma uma viagem de 17 dias num diário íntimo de encanto, coragem e céu pintado de luz

Kátia Flávia

14/01/2026 11h00

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A atriz viajou pelo norte da Europa explorando paisagens e culturas da Noruega, Suécia, Finlândia e Holanda. Foto: divulgação

Se tem uma coisa que Franciely Freduzeski não faz é viajar em modo econômico de emoção. A atriz está rodando o norte da Europa ao lado do filho Lucas, numa maratona de paisagens geladas, reencontros de família e momentos que ficam gravados para sempre.

A jornada passa por Noruega, Suécia, Finlândia e Holanda. Primeira vez em quase tudo, com exceção da Suécia, onde mora um primo e onde ela foi abraçar o afilhado que acabou de completar dois anos. Cena de filme, lágrima fácil, coração apertado e aquela sensação boa de casa fora de casa.

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A viagem, que ainda está acontecendo, durará 17 dias. Foto: divulgação

Mesmo convivendo com fibromialgia, Franciely não se esconde atrás do diagnóstico. O frio pesa, o corpo sente, mas ela vai. Anda, visita, observa, vive. Fala disso com franqueza e sem vitimismo. A dor aparece, a vontade de viver fala mais alto.

Em Amsterdã, onde virou o ano, veio a surpresa. Nada da cidade caótica que pintaram para ela. O que encontrou foi cultura pulsando em cada esquina, uma queima de fogos longa, linda, quase cinematográfica e museus que emocionam até quem jura que não é do tipo sensível. Museu Van Gogh e Casa de Anne Frank entraram direto na lista das experiências que mudam a gente. A comida agradou, o povo acolheu e o fato de fazer tudo a pé virou parte do charme. Pernas cansadas, alma leve.

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Mesmo convivendo com fibromialgia, condição que pode ser agravada por temperaturas mais baixas, Franciely não abre mão de viver experiências intensas. Foto: divulgação

A Noruega foi outro capítulo à parte. Sofisticação sem arrogância, arte espalhada pelas ruas, teatros, museus, esculturas convivendo com a natureza de um jeito quase didático. Navegar pelos fiordes virou brincadeira interna. Ela se sentiu numa série de vikings, rindo de si mesma, encantada com o cenário.

Mas foi na Finlândia que veio o golpe final no emocional. A aurora boreal apareceu. Ao vivo, sem filtro, sem exagero de internet. Franciely descreve como algo difícil de explicar e impossível de esquecer. Disse que só acredita quem vê. Disse que chorou. Disse que foi um dos momentos mais emocionantes da vida.

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Na Finlândia, Franciely Freduzeski teve a oportunidade de ver a Aurora Boreal pela primeira vez. Foto: divulgação

E pronto. A viagem segue, o roteiro continua, mas já dá para dizer que essa história não é sobre turismo. É sobre mãe e filho, corpo e limites, coragem e beleza. E um céu que resolveu fazer espetáculo só para lembrar que ainda existe magia, sim.

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