Socorro Deus! Eu estava aqui em Madrid, nas proximidades da Catedral de la Almudena, quando chegou ao meu celular uma história de família tão pesada que precisei ler duas vezes. E olha que esta fofoqueira de quinta categoria já viu de tudo! Uma cantora gospel conhecida nacionalmente, um filho de 21 anos, um ex-cunhado morto a tiros e uma investigação policial. Tudo isso em Campo Grande, na Zona Oeste do meu Rio de Janeiro. Gente, que tragédia!
A cantora Gisele Nascimento está no centro de um caso investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. No sábado (17), ela teria ido à casa da ex-sogra para buscar os filhos quando uma discussão terminou em agressão. Segundo o relato da família, o ex-cunhado Thiago de Mattos Teixeira deu um soco na cantora. O filho dela, Israel Nascimento Teixeira, de 21 anos, teria presenciado a cena, pegado uma arma pertencente ao pai e disparado três vezes contra o próprio tio. Thiago foi levado por familiares ao Hospital Oeste D’Or, mas não resistiu.

Agora, meus amores, prestem atenção nessa árvore genealógica porque a história exige concentração! Gisele e o ex-marido, o pastor Rogério Gentil, fundaram a GTM Church, em Campo Grande. Rogério também é apontado como policial civil aposentado e proprietário da arma utilizada. Thiago era irmão dele e, portanto, tio de Israel. Uma tragédia que envolve pessoas da mesma família e uma igreja conhecida na região.
E tem um detalhe anterior que considero fundamental. Segundo as informações atribuídas à polícia, Gisele já havia registrado uma ocorrência contra o ex-cunhado em 2009, relatando uma agressão. Depois do episódio de sábado, ela prestou depoimento e foi encaminhada ao Instituto Médico Legal para exames. As informações divulgadas apontam ferimentos na boca, na nuca e na lateral do rosto.
A cantora, que reúne mais de 1,3 milhão de seguidores nas redes sociais, publicou uma mensagem direcionada ao filho: “Israel, você é o herói da sua mãe.” O atual marido de Gisele também saiu em defesa do enteado, sustentando que Thiago tinha comportamento agressivo e que Israel teria agido para proteger a mãe. São declarações da família, meus queridos, e precisam ser tratadas como tal. A investigação ainda deverá esclarecer as circunstâncias dos disparos e avaliar a alegação de legítima defesa.
Até as últimas informações que recebi, Israel não havia sido localizado desde sábado e era procurado para prestar esclarecimentos. A Polícia Civil investiga o caso, incluindo a dinâmica da discussão, a utilização da arma e os relatos apresentados pelos envolvidos.
E eu vou dizer uma coisa aqui de Madrid: quando uma discussão familiar termina com uma pessoa morta, não existe espaço para transformar a tragédia em espetáculo. Há uma denúncia de agressão que precisa ser examinada, uma morte que exige esclarecimento e um jovem cuja conduta será investigada.