Amores, fui convidada para acompanhar uma aula experimental de yoga, achei a ideia baphônica, e então, com o iPhone em mãos, peguei minha bolsa da Prada e desci até a garagem do Copacabana Palace e fui de encontro a minha Porsche. Eis que, durante o trajeto, recebi detalhes sobre a sucessora de William Bonner no JN.
Acontece que a saída de William Bonner do Jornal Nacional promoveu a dança das cadeiras não apenas nas bancadas jornalísticas, mas também nos bastidores do maior telejornal do país. Como já se sabe, César Tralli foi o escolhido para assumir o posto de âncora, mas a função de editora-chefe ficou com Cristiana Souza Cruz de 53 anos.

Bem, Cristiana tem uma longa história de quase três décadas nos bastidores do jornalismo da TV Globo e estava sendo preparada pelo próprio Bonner, desde 2019, para ocupar um dos cargos mais cobiçados do JN, depois da apresentação, é claro: a editoria-chefe.
Em comunicado, a nova comandante do maior jornal do Brasil celebrou a nova fase da carreira demonstrando gratidão pela oportunidade.
“Assumir o comando do Jornal Nacional é uma grande honra. E receber essa missão nos 60 anos da TV Globo tem um significado muito especial para mim. É a realização de um sonho profissional”, confessou.
Natural de BH, a mineira é filha do jornalista Alberico de Sousa Cruz, que atuou como diretor de jornalismo da Globo entre os anos 1990 e 1995. Inspirada pelo pai, Cristiana se formou na profissão pela PUC-Rio e fez mestrado na New School, de Nova York.

A história entre Cristiana e a TV Globo teve início em 1996, como estagiária de jornalismo. No decorrer dos anos, Cruz foi conquistando seu próprio espaço com muito talento e dedicação, assim chamando a atenção da emissora que lhe deu novas oportunidades dentro e fora do país.
Entre os cargos de destaque, a nova editora-chefe do JN já exerceu a função de coordenadora de afiliadas, chefe do escritório da emissora em Nova York, diretora de programas da GloboNews e editora de Internacional do Bom Dia Brasil e do Jornal Nacional.