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Kátia Flávia
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Fetiche em adrenalina: esportista ganha a vida praticando esportes radicais em plataforma adulta

“Tudo começou quando comecei a postar meus vídeos de esportes radicais nas redes e os seguidores pediram mais”, conta Emelly Souza.

Kátia Flávia

06/11/2025 12h00

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Emelly Souza praticando sandboard nas dunas e stand up paddle no mar. Créditos: @souaemelly

Amores, hoje o meu personal contou uma história de uma baiana arretada que descobriu um nicho de mercado que me deixou de queixo caído: ela ganha a vida praticando esportes radicais em plataformas adultas! A Emelly Souza, de 25 anos, é simplesmente, a única criadora de conteúdo no mundo que transforma esportes radicais em experiências +18.

O que começou em 2021 como um passatempo acabou se tornando um projeto de vida baseado em emoção, coragem e liberdade. “Comecei com o sandboard, depois fiz meu primeiro salto de paraquedas e percebi que as pessoas se envolviam não só com o visual, mas com a adrenalina daquilo tudo”, relembra.

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Aos 25 anos, a baiana Emelly Souza vive da adrenalina. Créditos: @souaemelly

Com o aumento do público, o que era diversão virou projeto. Em 2022, Emelly começou a planejar cada gravação como uma produção profissional, unindo emoção e técnica. Foi então que ela descobriu o termo agonofilia, que descreve o fetiche ligado ao prazer provocado pela adrenalina e pelo risco.

De lá para cá, Emelly já praticou paraquedismo, bungee jump, sandboard, stand up paddle entre tubarões, escalada em rochas naturais e mergulho livre. Cada gravação exige preparação e planejamento. “Passo dias pesquisando o local, testando equipamentos e gravando de vários ângulos. Às vezes levo até uma semana para concluir tudo, mas adoro o processo”, diz.

As propostas que recebe de assinantes também mostram o fascínio em torno do seu trabalho. “Já me pediram para mergulhar nua em um tanque de tubarões ou saltar de helicóptero. Algumas ideias são impossíveis, outras eu deixo para o futuro, mas adoro ver até onde a imaginação das pessoas vai”, comenta.

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“A agonofilia é quando o prazer nasce da emoção, do medo e da coragem ao mesmo tempo. Muitas pessoas sentem isso sem saber o motivo”, conta Emelly. Créditos: @souaemelly

Segundo Emelly, o engajamento cresce à medida que os desafios se tornam mais intensos. “Quanto mais radical o esporte, mais os assinantes reagem. Acho que as pessoas se conectam com a sensação de liberdade, com o arrepio. Elas sentem que estão ali comigo”, afirma.

Mesmo sem competir profissionalmente, Emelly se define como uma esportista amadora movida pela adrenalina. “Meu trabalho é viver no limite e mostrar que o prazer também pode nascer do vento no rosto e do medo de cair”, completa.

Gente, ela vende o prazer do perigo!

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