Meu bem, eu tava no meu modo “vou viver uma vida tranquila”, quando vejo que o Festival Fronteiras São Paulo 2026 resolveu fazer aquela convocação que muda a temperatura do ambiente. E muda mesmo, porque confirmaram Natália Resende e Marco Castro, e aí a conversa sobe de nível, com cara de decisão grande e bastidor fervendo por baixo.
Anota aí, meu povo. O festival rola nos dias 7 e 8 de março, no Parque da Água Branca, em São Paulo, e vem com a proposta de ampliar o debate sobre desenvolvimento, políticas públicas e liderança. Eu adoro quando a cidade vira palco de assunto sério, porque dá para olhar para o conteúdo e também para a coreografia do poder, quem senta com quem, quem evita quem, quem chega cedo e quem entra “por acaso” no meio do painel.

A Natália Resende entra como aquele nome que dá vontade de endireitar a postura na cadeira. Ela é secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Governo de São Paulo, procuradora federal, com trajetória toda voltada para regulação e infraestrutura, e vai participar do painel “Quando liderar é cuidar do futuro”, no dia 8 de março, às 10h. E eu já sei como isso vai funcionar. Vai ter gente ouvindo e pensando em política pública de verdade, e vai ter gente ouvindo e pensando, “ok, isso aqui vai virar manchete e corte”.

Já o Marco Castro vem com a energia do executivo que gosta de falar de futuro com números na cabeça e frase pronta para virar slide. Ele é CEO da PwC Brasil desde 2020 e participa do painel “O amanhã digital: poder, algoritmos e novas fronteiras da vida online”, no dia 7 de março, às 17h30. Aí, meu amor, é aquele território em que todo mundo tem opinião forte, mas ninguém quer ficar mal na foto, porque quando você fala de algoritmo, privacidade e tecnologia, sempre tem alguém anotando, sempre tem alguém recortando, sempre tem alguém interpretando.
O que eu gosto nesse tipo de anúncio é que ele não vende só nomes, ele vende clima. O Fronteiras costuma juntar pensamento, debate público e programação cultural, então você sai de uma discussão sobre gestão, poder e futuro e, do nada, já está em outra vibração, respirando, circulando, encontrando gente, vendo a cidade se mexer. Eu chamo isso de “São Paulo em modo festival”, e quando entra patrocinador grande e estrutura bem montada, vira vitrine.