Agora deixa eu contar do meu jeito, porque eu, Kátia Flávia, conheço bem esse roteiro. Salvador não junta celebridade por acaso, e o Festival de Verão de Salvador sabe exatamente o que faz quando vira cenário de encontro estrelado.
Alanis Guillen, que eu chamo de “protagonista de olhar sério e carreira bem alinhada”, apareceu circulando pelo festival com aquela postura de atriz que observa tudo, absorve tudo e ainda sai fotogênica. Do outro lado, Luísa Sonza, minha popstar de energia permanente, entrou em cena como quem sabe que qualquer corredor vira palco e qualquer clique vira pauta.
As duas foram vistas juntas nos bastidores, território onde ninguém cai por engano. É ali que artistas se encontram, agendas se cruzam e imagens nascem prontas para circular. A foto correu rápido, como costuma acontecer quando envolve nomes fortes e um evento que já nasce grande.
E vale lembrar por que esse festival pesa. Criado em 1999, o Festival de Verão de Salvador virou uma das maiores vitrines musicais do país, abrindo oficialmente o calendário do verão brasileiro. Passam por ali artistas consagrados, apostas do momento, nomes do axé, do pop, do rap, do eletrônico e do pagodão. Salvador vira epicentro cultural, ponto de encontro de indústria, público e celebridade.
O festival reuniu milhares de pessoas, shows disputados e aquela atmosfera que mistura calor, música alta e celebridade andando solta. E eu, claro, observo tudo com olhar treinado. Encontro assim sempre rende capítulo futuro, nem que seja só na memória coletiva da internet.
Porque em Salvador, quando duas estrelas dividem o mesmo frame, o público entende rápido. A cena fica registrada, comentada e arquivada. E eu sigo aqui, anotando mentalmente, porque no meu mundinho hollywoodiano tropical, nada acontece sem motivo.