Amadas, segurem a bolsa internacional. Fernando Carrillo, aquele galã de sofá e suspiro coletivo, decidiu atravessar a fronteira do entretenimento direto para o noticiário pesado. O motivo? Defender a ex-namorada Delcy Rodríguez, hoje presidente interina da Venezuela. Sim, ex de vinte anos. Tem gente que some depois do terceiro encontro; esse aparece em crise geopolítica.
Nesta segunda, o ator entrou em cena para rebater boatos de traição envolvendo Nicolás Maduro, preso no sábado por ordem de Donald Trump. Carrillo falou com a convicção de quem decorou o texto e não perdeu a pausa dramática. “A traição não partiu dela. Nunca vi mulher mais fiel, leal e corajosa.” Tradução livre da socialite aqui: isso não é defesa, é declaração com trilha sonora.

E ele foi além, porque ex que é ex não economiza. Cravou que, se existe alguém madurista de raiz, é ela. Disse que Delcy fará o melhor para resolver a crise e ainda cutucou os Estados Unidos, chamando a pressão externa de ditadura global. O tom? Solene. O subtexto? Passional.
Resumo da ópera: o romance acabou, mas a lealdade ficou. E fica a lição para o jet set internacional. Tem ex que bloqueia, tem ex que reaparece em coletiva. E tem aquele que, quando o mundo entra em colapso, entra em cena com gravata imaginária e discurso inflamado.