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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Ex-Malhação desabafa sobre estar impedido de trabalhar como ambulante em show da Madonna 

Daniel Erthal desabafou sobre como a demora da prefeitura em liberar seu alvará pode lhe causar um prejuízo de R$12 mil.

Kátia Flávia

03/05/2024 15h00

Daniel Erthal desabafou sobre como a demora da prefeitura em liberar seu alvará pode lhe causar um prejuízo de R$12 mil.

Genteee, vocês lembrar do Daniel Erthal? Pois bem, o ex- Malhação desabafou nas suas redes sociais sobre um possível prejuízo de R$ 12 mil que ele pode levar por causa do show de Madonna na Praia de Copacabana, na zona Sul do Rio de Janeiro. Ele contou que investiu o valor citado em mercadorias, mas foi impedido de colocar seu carrinho de ambulante nas ruas recentemente.   

O ator contou que recebeu um novo carrinho há quase uma semana, e quando saiu para testar algumas funções do equipamento de trabalho, ele foi alertado que não poderia atuar naquela região no dia da apresentação da Rainha do Pop. Lembrando que Daniel trabalha como vendedor autônomo na região de Copacabana desde o fim de 2023 e revelou que ainda não conseguiu a autorização da prefeitura do Rio para colocar seu carrinho de bebidas em Copacabana. 

 “Em média, eu poderia vender 1,2 mil latas, num tíquete médio de R$ 10 cada, faturaria aí uns R$ 12 mil. Só penso nisso [no prejuízo]. Mandei mensagem agora para o sub-prefeito pedindo uma solução, pedindo pra contribuir com a venda durante o show [de Madonna]. Estou esperando uma resposta. Eu tinha acabado de conversar com o sub-prefeito e uma hora depois eles [fiscais] chegaram e me disseram que eu não poderia estar ali, eu nem estava comercializando, não tinha mercadoria no carrinho, só ia testar a luz”, disse ao jornal Extra! 

Ele disse  que a Prefeitura do Rio lhe ofereceu um ponto fixo para vender suas bebidas na praia, porém, para isso, ele teria que desembolsar R$ 2,8 mil ao ano. A proposta não encantou o artista, que corre para obter um alvará de ambulante, visto que o documento será necessário para acessar a área do show. 

 “O problema é que você tem que pagar e ficar esperando a liberação sem saber exatamente quando e onde poder trabalhar. Eu não posso esperar, por isso estou pleiteando meu alvará de ambulante, como tem o pipoqueiro, o vendedor de coco, e [para não levar prejuízo] pretendo ficar na mesma rua em que já ficava antes. O carrinho tem o mesmo tamanho [que o antigo]”, completou ele. 

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