Eu não perco um capítulo de Êta Mundo Melhor!, e confesso. Eu odeio o Ernesto com força. O sujeito acha que controla tudo, mas a novela provou que vilão apressado tropeça no próprio ego.
Nos próximos capítulos, Ernesto, vivido por Eriberto Leão, tenta atingir Candinho da forma mais baixa possível. O plano era sequestrar Samir, filho de Sérgio Guizé. Tudo milimetricamente calculado, capangas contratados, hora marcada. Só esqueceram de um detalhe básico. Confirmar quem era quem.

Durante uma brincadeira inocente, Samir, interpretado por Davi Malizia, troca de roupa com Simbá, vivido por Arthur Yera. A troca de fantasias vira o caos perfeito para o erro mais grotesco do vilão.
Na hora da abordagem, os capangas levam a criança errada. Simbá desaparece, o desespero se instala e Ernesto percebe que fez besteira. O vilão surta, briga com os comparsas e fica possesso ao notar que sua armadilha virou um fiasco.

Quem entra em cena e salva o dia? Candinho, claro. Com coração gigante e aquela esperteza que só ele tem, consegue resgatar o menino e impedir que a maldade avance. É o bem vencendo o mal, do jeito que a gente ama ver às seis da tarde.
Resumo da ópera. Ernesto saiu menor do que entrou, mais odiado do que nunca, e eu sigo firme torcendo contra cada plano dele. Walcyr Carrasco sabe exatamente onde apertar. E eu sigo aqui, pontual, com ranço do vilão e amor por Candinho.