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Kátia Flávia
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“Estava duro”: Sérgio Mallandro revela que fez sexo em cemitério por não ter dinheiro para motel

Humorista contou no podcast Papagaio Falante que teve encontro íntimo no local por falta de grana; ex-mulher ainda entregou que ele roubava flores de túmulos para presenteá-la.

Kátia Flávia

03/08/2026 15h00

Sérgio Mallandro revelou no podcast Papagaio Falante que já fez sexo em cemitério

Sérgio Mallandro revelou no podcast Papagaio Falante que já fez sexo em cemitério

Sérgio Mallandro transformou o podcast Papagaio Falante em confessionário do além ao revelar que já fez sexo em um cemitério por não ter dinheiro para motel. A história veio à tona durante uma conversa com Nivea Stelmann e ainda ganhou reforço de Mary Leão, ex-mulher e produtora do humorista.

Eu tinha acabado de fechar a conta no Noiam Ibiza e caminhei até a marina de Santa Eulària, com o vento do começo da noite finalmente dando uma trégua no calor, quando essa pauta apareceu no celular. Abri o aplicativo para chamar um carro de volta ao The Standard, em Ibiza Town, e quase errei o endereço. Porque uma coisa é passado amoroso mal resolvido. Outra é Sérgio Mallandro contando que economizou no motel e terceirizou o clima romântico para o cemitério.

No programa, Sérgio Mallandro contou que já teve encontros íntimos em lugares inusitados, incluindo avião, cavalo e cemitério. Ao ouvir a parte do cavalo, Nivea Stelmann quis saber se a experiência tinha sido com Mary Leão. Foi aí que a produtora esclareceu: “Não, comigo foi no cemitério”. E completou, sem floreio: “Foi rápido”.

Eu precisei parar de andar nessa hora. Fiquei ali, de sandália rasteira na calçada, olhando para os barcos da marina e pensando que existe sinceridade demais até para podcast. Mary Leão não tentou dourar a memória, não fez suspense, não botou trilha romântica. Entregou o fato como quem diz que acabou o gelo da mesa.

Sérgio Mallandro então explicou a logística da época. Segundo ele, não tinha dinheiro para pagar motel e contava com a ajuda de um amigo que trabalhava como coveiro. “Tinha um amigo que era coveiro e trabalhava no cemitério. Eu não tinha dinheiro para ir ao motel, nem nada. Eu estava duro. Era garoto. Eu falava para o meu amigo que trabalhava lá: ‘Separa as rosas que vou dar para uma gata que estou gostando’”, contou.

Sim, minhas queridas, tinha flor também. Mas não era floricultura, era reaproveitamento afetivo de procedência duvidosa. Mary Leão confirmou: “Ele roubava flores no cemitério para me dar.”

A descoberta veio do jeito mais cinematográfico possível. Ela contou que começou a desconfiar depois de receber buquês todos os dias. “Eu já estava me apaixonando. Todo dia flores, flores, flores… Até que um dia, eu li: ‘Saudades eternas, família Peixoto’. Aí, eu vi que ele roubava as flores do cemitério”, revelou.

Sérgio Mallandro ainda completou a cena com a culpa jogada no funcionário: “É, o coveiro mandou com a faixa. Ele vacilou”.

Nivea Stelmann, naturalmente chocada, ainda perguntou se o ato havia acontecido “na catacumba de alguém”. Mary Leão explicou: “Não, foi na saída. Tinha um lugarzinho reservado. A gente fez em pé.”

A resposta não melhorou muita coisa, mas pelo menos organizou a planta baixa da fofoca. Não foi dentro da catacumba, foi “na saída”. Como se isso transformasse o episódio em algo quase administrativo. Eu já estava entrando no carro nessa hora, rumo ao The Standard, e só conseguia pensar que tem gente que chama isso de juventude. Eu chamo de falta de limite com trilha de pegadinha.

Sérgio Mallandro e Mary Leão foram casados por cinco anos, nos anos 1980, e tiveram um filho, Sérgio Tadeu. Décadas depois, a história voltou com tudo porque reúne exatamente os elementos que a internet ama: ex-casal, sexo, cemitério, flores roubadas e uma frase que parece escrita por um roteirista em delírio.

O carro saiu da marina e eu deixei o celular no colo, ainda rindo sozinha. Porque motel caro todo mundo entende. Agora usar coveiro como cupido, reaproveitar coroa de flores e ainda ser entregue pela “família Peixoto” é um nível de romance econômico que nem planilha explica.

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