Gente, me ligaram cedo com essa e a gravidade é real: quatro estátuas da Havan foram atacadas praticamente ao mesmo horário, em quatro estados diferentes, numa mesma madrugada. Natal, São Luís, São Pedro da Aldeia e Valparaíso de Goiás. Quem ainda quer chamar isso de coincidência vai ter que explicar a matemática.
Luciano Hang não titubeou na leitura do que aconteceu. Para ele, a simultaneidade dos ataques em regiões tão distantes tem características claras de ação coordenada, e ele tem razão em exigir que seja tratado dessa forma pelas autoridades. Não é de hoje: São Carlos, Porto Velho e Petrolina já tinham registros anteriores do mesmo tipo de ocorrência contra unidades da rede.


A empresa já acionou as autoridades locais, está reunindo imagens e montando dossiê para contribuir com as investigações. Hang também abriu canal de denúncias pelo 0800 517 0051 para quem tiver informações que ajudem na apuração.
O que está em jogo aqui vai além das estátuas. Ataques simultâneos a propriedade privada em múltiplos estados, sem responsabilização consistente dos casos anteriores, constroem exatamente o ambiente de impunidade que Hang denunciou. A investigação precisa dar resposta à altura da coordenação que os ataques demonstraram.
Confira o vídeo: