Amadas e amados, a Casa de Vidro Sul abriu e não tem nada de ensaio geral. É valendo. É gente de verdade sendo observada, julgada e comentada em tempo real, como se fosse vitrine de shopping em dia de liquidação. Quem segura, segue. Quem não segura, aprende.
ELISA
Gaúcha de Canoas, 28 anos, modelo e empreendedora. Elisa chega com presença de quem sabe que chama atenção e não faz esforço nenhum pra pedir desculpa por isso. Vive a melhor fase da vida, segundo ela mesma, e não está nem aí para críticas. Leal, expansiva e rápida nas amizades, vê o BBB como atalho direto para independência financeira e para turbinar sua marca de roupas fitness. Competitiva, confiante e convicta de que ninguém nunca viu alguém como ela no programa. Autoconfiança não falta. Nem um pouco.

SAMIRA
Estudante de Direito, 25 anos, criada entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Samira é comunicação pura, com intensidade e caos assumidos. Sempre teve que provar que merecia estar onde estava, foi bolsista, batalhou e hoje divide a rotina entre hostel, bar e sonhos grandes. Estilo próprio, personalidade marcante e fama de patricinha que ela garante não se sustentar. No BBB, promete entregar tudo, emoção, conflito e verdade. Diz que é tudo ou nada. E parece falar sério.

MATHEUS
Bancário de Porto Alegre, 25 anos, ex-jogador de futebol profissional que teve a carreira interrompida por lesões. Hoje se divide entre banco, aulas de boxe e aplicativo de transporte. Matheus não se encontrou na vida corporativa e aposta no BBB como chance de liberdade e virada financeira. Competitivo, focado e confiante nas provas físicas, avisa que não entra para brincar. Se alguém chorar, não vai ser ele.

PEDRO
Com 22 anos, Pedro Henrique é vendedor ambulante de flores e trufas, mora em Curitiba e está prestes a ser pai. Carrega um discurso forte sobre família, responsabilidade e ambição. Acredita no poder da persuasão, afinal, vive de vender. Estratégico, competitivo e atento, quer fugir dos paredões e se garantir nas provas. Já treinou resistência até dentro de um carro. Quer ser lembrado e não tem vergonha nenhuma de dizer que sabe se vender.

Resumo direto da Kátia Flávia aqui, com sotaque de Porto Alegre e salto firme no chão.
A Casa de Vidro Sul não é sobre simpatia.
É sobre aguentar exposição, sustentar discurso e convencer o público antes da porta abrir.
Quem brilhar no vidro, entra.
Quem vacilar, sai dizendo que foi aprendizado.
Bah. O jogo já começou.