Meus amores, eu acordei pronta para falar de tapete vermelho e dei de cara com boletim de ocorrência internacional.
Elijah Blue Allman, filho caçula de Cher, foi preso no último domingo, acusado de roubo qualificado após invadir a casa de uma mulher em um condado de New Hampshire, nos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas pela imprensa americana, ele teria arrombado a porta do imóvel enquanto a moradora se escondia dentro de um armário. Eu li isso e precisei respirar.
A polícia chegou e encontrou Elijah sentado no sofá, fumando um cigarro. Cena de filme independente com trilha dramática, só que com sirene ao fundo.
Apesar de não ter levado nenhum objeto da residência, o prejuízo estimado foi de 2,7 mil dólares, cerca de 14 mil reais. A acusação pesa pelo arrombamento e pelos danos causados.
E como se o roteiro já não estivesse intenso o suficiente, esse episódio aconteceu apenas dois dias depois de outra prisão. Na ocasião, ele foi detido sob acusações de agressão, invasão de propriedade, ameaça e conduta desordeira após relatos de que estaria causando tumulto em um refeitório de escola.
Eu fico olhando para isso e pensando na complexidade de ser herdeiro de um ícone mundial como Cher. Porque enquanto a mãe é lenda viva, o filho está protagonizando manchetes policiais.
Até o momento, Cher não se pronunciou publicamente sobre o caso. E eu imagino o climão nos bastidores, porque fama é palco iluminado, mas família é vida real.
Meu povo, isso aqui não é fofoca leve de unfollow em Instagram. É notícia séria, é assunto delicado. E também é um lembrete de que sobrenome famoso não blinda ninguém das próprias escolhas.
Eu sinceramente torço para que ele encontre ajuda e direção. Porque, no fim das contas, antes de ser filho de Cher, é uma pessoa em crise.