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Kátia Flávia
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Eliana revela que vai manter sua identidade na Globo

A apresentadora conversou com a Globo e falou sobre sua saída do SBT após 15 anos no ar

Kátia Flávia

01/07/2024 10h30

A apresentadora conversou com a Globo e falou sobre sua saída do SBT após 15 anos no ar

Olha ela! Eliana esteve no Fantástico e não deixou de falar sobre sua vida na frente da TV mais aclamada do Brasil. Aloca! A apresentadora contou que levará consigo a mesma pessoa que ela sempre foi, ressaltando sua risada “feia”. Ela também tratou de pautas como a idade, ressaltando que tem 51 anos.

“Sou eu mesma, é a minha risada feia mesma, a minha risada é horrorosa, mas sou eu. Eu fico muito à vontade em todos os papéis, mesmo no Saia Justa que é diferente de tudo o que já fiz”, declarou ela, que completou: “Eu venho de muitos anos na televisão. Com 16 anos, eu falei com as crianças, e eu fiz a transição para um ambiente em que só existia homens, programas de auditório aos domingos. Trago a confiança do público, a credibilidade é uma construção. Você não consegue ter essa credibilidade com o público de uma hora para outra. Em todas as transições, saindo de uma TV e indo para outra, é muito especial”.

Além disso, ela comentou sobre estar com 51 anos e o melhor e pior de envelhecer. “Primeiro estar viva, é a coisa mais importante. Quando eu falo de envelhecer, eu falo de viver. Par mim envelhecer é estar viva, é poder ver meus filhos crescendo. Eu vivenciei a passagem do meu pai muito recentemente. Ele veio morar comigo. Para mim, envelhecer é coisa boa. Esse é o bônus em estar viva. O ônus é o colágeno, a menopausa que já está batendo na porta. A gente tem que falar mais desses assuntos”, declarou.

Por fim, Eliana falou sobre os ensinamentos que quer passar para os filhos, Arthur e Manuela. “Eu acho que é aquilo que a gente não compra por dinheiro nenhum, respeito, empatia, amor, honestidade. Eu vivenciei muitas coisas e é muito bom porque me deixou com os pés no chão. Cheguei [aqui] também em função da minha fé, eu sou devota de nossa senhora”, contou ela, que relembrou a gestação de risco para o nascimento da segunda filha. “[Me ensinou] Principalmente que a gente não tem controle de nada. Pela primeira vez, em muitos anos, eu precisei parar tudo. Foram cinco meses hospitalizada e sem saber onde a gente iria chegar. Eu fiz cerclagem para segurar a neném, e depois eu tive descolamento de placenta. Foram dois episódios difíceis, mas de muito aprendizado. Eu agradeço cada sol que entra pela janela e a família que eu consegui construir”, declarou.

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