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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Eliana e Débora Nascimento trocaram o palco por pincel

E a Casa Bontempo virou galeria de gente que sabe exatamente onde aparecer

Kátia Flávia

26/03/2026 18h30

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Durante sua participação no Casa Clã, a apresentadora Eliana contribuiu com a obra, somando sua expressão ao projeto e reforçando o caráter coletivo da iniciativa. (Foto: Divulgação)

Eu estava com uma amiga que trabalha no mercado de design de São Paulo, daquelas que sabe antes de todo mundo quando uma marca vai virar assunto, quando ela me contou com aquele sorrisinho de quem guarda segredo mal. O Casa Clã estava acontecendo na Casa Bontempo, nos dias 20 e 21 de março, e o encontro feminino da Revista Claudia tinha escalado um elenco que faria qualquer editora de moda suar frio tentando encaixar todo mundo na mesma foto.

O fato é o seguinte: Eliana e Débora Nascimento participaram de uma obra colaborativa em aquarela que retrata a fachada da Casa Bontempo, numa ação para celebrar o primeiro aniversário do espaço. A ideia era que os visitantes do evento fossem acrescentando seus traços à tela, transformando a obra em registro coletivo. Eliana contribuiu com a sua expressão, Débora também deixou a marca, e o quadro virou documento vivo de quem esteve lá.

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Juliette foi uma das famosas que marcou presença no evento. (Foto: Divulgação)

O bastidor digital foi exatamente o que você está imaginando: feed tomado por registros do evento, stories empilhados com a tela ao fundo, e aquela movimentação de quem marca o lugar com cuidado porque sabe que o conteúdo vai durar mais do que uma trend. Eliana postou com a naturalidade de apresentadora que já não precisa provar nada, e Débora com aquela elegância contida que o público dela reconhece na hora.

O que me interessa aqui é a curadoria do encontro. Colocar Eliana, Débora Nascimento, Juliette, Rachel Maia e Marina Person no mesmo espaço falando sobre carreira, comportamento e cultura não é acidente de agenda. É estratégia de marca funcionando tão bem que parece orgânico, e quando parece orgânico é porque alguém trabalhou muito para que parecesse. A Casa Bontempo completou um ano e escolheu comemorar virando cenário de uma conversa que o país estava precisando ter.

A tela segue lá, aberta para visitação mediante agendamento, na Rebouças, carregando o traço de gente que entende que presença física em 2025 vale mais do que qualquer algoritmo vai entregar de graça. Eliana pintou, Débora assinou, e a marca ganhou o tipo de associação que nenhum contrato de patrocínio consegue comprar com naturalidade.​​​​​​​​​​​​​​​​

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