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Kátia Flávia
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“Efeito Balneário Camboriú” coloca Brusque no radar imobiliário e faz investidor olhar para o interior com olhos de capa de revista

Eu vi a cidade perder o rótulo de pacata, ganhar status de desejo e virar assunto sério em mesa de investidor que só aposta onde o dinheiro gira rápido.

Kátia Flávia

29/01/2026 16h00

Eu vi a cidade perder o rótulo de pacata, ganhar status de desejo e virar assunto sério em mesa de investidor que só aposta onde o dinheiro gira rápido.

Brasil, senta que a Kátia vai te explicar esse babado urbano com salto fino e planilha na mão. Brusque, aquela cidade catarinense que muita gente ainda associa só à indústria têxtil, entrou de vez no radar nacional do mercado imobiliário por causa do tal “efeito Balneário Camboriú”. Sim, amor, o glamour do litoral escorreu para o interior e começou a render valorização, segurança e liquidez.

O movimento vem do crescimento imobiliário de Santa Catarina, que já colocou Balneário Camboriú e Itapema no topo do metro quadrado mais caro do país. Só que agora o foco mudou de endereço. Brusque passou a chamar atenção por oferecer qualidade de vida alta, custo de entrada mais amigável e aquele combo que investidor adora, crescimento com menos susto.

Segundo um estudo da MySide de 2025, baseado em dados oficiais de saúde e estatísticas nacionais, Brusque apresenta indicadores de qualidade de vida superiores aos de várias capitais brasileiras. Isso, meu bem, mexe com a cabeça de quem investe pesado. O resultado aparece direto no mercado, procura maior por imóveis de alto padrão e valorização imobiliária acelerando como fofoca em grupo de WhatsApp.

No meio dessa virada, a CRF Construtora entra como personagem fixo da trama. Com duas décadas de atuação, a empresa vem elevando o padrão arquitetônico da cidade e ajudando a mudar a paisagem urbana. Um exemplo bem direto, o Residencial Douro, lançado em 2019 por 520 mil reais, hoje já passa de 1,05 milhão. Dobrou em cinco anos. O dinheiro fez dieta nenhuma, só cresceu.

Outro projeto que virou assunto é o Alameda Residence, premiado internacionalmente no Canadá como melhor arquitetura residencial de grandes alturas das Américas. Ali, unidades que custavam cerca de 1 milhão já ultrapassam os 2 milhões. Design virou ativo, estética virou argumento de venda e Brusque deixou de ser coadjuvante nessa novela imobiliária.

O discurso do mercado é claro. O investidor atual quer preservação de patrimônio, qualidade técnica, conforto real e valorização consistente. Ventilação cruzada, integração dos ambientes, durabilidade dos materiais e urbanismo bem pensado entraram no vocabulário do comprador exigente. Em Brusque, tudo isso aparece com preço mais competitivo do que no litoral, mantendo a mesma curva de crescimento.

A cidade tem cerca de 140 mil habitantes, fica a apenas 40 quilômetros da costa e oferece uma segurança urbana que muita metrópole só promete em campanha. Enquanto o litoral enfrenta excesso de construções, Brusque aposta em urbanismo mais organizado, projetos com linhas minimalistas e aquela mistura de tranquilidade do interior com sofisticação urbana que faz corretor sorrir.

Eu, Kátia Flávia, observo e aviso. Quem ainda acha que investimento bom só mora de frente para o mar está atrasado no roteiro. Brusque saiu do figurino discreto, entrou no close e hoje aparece como cenário desejado de quem quer retorno sem dor de cabeça. Se jogar o nome da cidade no Google agora, aparece mais gráfico do que foto de paisagem.

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