Amadas, eu estava a caminho do Leblon, roupa de academia, foco total no glúteo porque prioridade é prioridade, quando essa história do Carlinhos Maia caiu no meu colo. Eu juro. Eu precisei sentar. Ri tanto que me deu tontura real, dessas que a gente questiona a pressão.
Porque veja bem. O homem perdendo seguidor em ritmo de liquidação e ainda assim se sentindo no lugar de ditar regra de moda mundial. Ditador fashion, curador do tapete vermelho, fiscal internacional do branco em cima e preto embaixo. É muita autoestima para pouco pano.

Amadas, segura essa. Carlinhos Maia acordou inspirado e decidiu avisar ao mundo que a moda masculina internacional anda seguindo seus passos. Ele contou, com a segurança de quem não pede confirmação, que já tinha usado o look branco em cima e preto embaixo dois meses antes dos homens desfilarem assim no Golden Globes.
E no pacote entrou Wagner Moura. Sim, Wagner. Hollywood. Tapete vermelho. Tudo incluído na teoria fashion de Carlinhos, que garante ter visto, analisado e identificado a coincidência. Coincidência para você. Para ele, validação.
O mais delicioso não é a comparação. É o orgulho. Ele ficou feliz. Feliz real. Como quem pensa “olha aí, tão chegando agora”. A indústria da moda que lute, os stylists que respirem fundo, porque o trend report saiu direto do stories.
Deboche à parte, é aquele momento clássico da internet brasileira. Autoconfiança no talo, referência global no improviso e zero medo de virar meme. Se a moda copia? Talvez. Se o delírio entrega entretenimento? Com certeza. E isso, minhas queridas, ele domina como ninguém.