Amores, eu ouvi com atenção de psicanalista de boteco e ouvido colado no microfone, porque ali não tinha roteiro pronto nem resposta ensaiada. Diogo Nogueira resolveu falar do fim com Paolla Oliveira e entregou uma explicação que foge do drama que a internet implora.
Ele começou pelo que mais incomoda quem vive de especular. Disse que existe respeito, amor como pessoas, como seres humanos, e que a relação deles segue maravilhosa nesse lugar de afeto. Fez questão de frisar que não aconteceu absolutamente nada de grave na relação de homem e mulher. Nada. Zero escândalo escondido em camarim, zero episódio mal resolvido para virar tese de comentário maldoso.

Aí vem o miolo da fala, que muita gente escuta e pouca gente entende. Diogo contou que os dois tomaram uma decisão pensando no que seria bom para ambos, justamente para evitar que a história descambasse para outro tipo de problema. É aquele término preventivo, antes da rachadura virar craterinha pública. Adulto, consciente e pouco rentável para a fofoca.
Ele ainda falou com naturalidade de algo que costuma desaparecer depois do ponto final. Disse que vê Paolla em todos os lugares, linda, maravilhosa, trabalhando, e que torce muito por ela e pelo trabalho dela. Acredita que essa torcida é recíproca. Confirmou troca de mensagens, carinho presente e uma relação que não virou terreno contaminado.
Tradução Kátia Flávia, com salto alto e sinceridade. Esse não foi o fim barulhento que a internet queria. Foi o fim explicado por quem não está com raiva, não está ressentido e não está disputando narrativa. No meio do Carnaval, Diogo entregou algo raríssimo. Um término sem vilão, sem vítima e sem espetáculo forçado. E isso, meus amores, irrita mais do que qualquer barraco.