Amores, o carnaval só começa quando tem essa Santa Feijuuuuu. Não é na chave do Rei Momo. Não foi no bloco, não foi na Sapucaí e muito menos em camarote improvisado. O “Start” foi na Feijoada Carnavalesca da Rede Windsor Hotels, na Barra da Tijuca, com Diogo Nogueira no comando e um salão inteiro disposto a cantar, comer e sambar!


O sábado, 14 de fevereiro, começou elegante e terminou animado no salão Europas do Windsor Oceanico. Casa cheia, mesa disputada e aquela sensação deliciosa de que todo mundo certo estava ali. Diogo repetiu o sucesso do ano passado, puxou grandes hits, mergulhou nos clássicos do samba e conduziu o público com segurança de quem sabe exatamente o tamanho do próprio reinado.

Entre uma música e outra, a plateia parecia um desfile paralelo. A atriz Alinne Prado, jornalistas como Ancelmo Gois, Valmir Moratelli, Renata Granchi e Otavio Furtado, além dos apresentadores Clóvis Monteiro e Rafael Paiva, circularam entre mesas que funcionavam como pequenos camarotes sociais. Era samba no palco e networking no salão, tudo muito bem ensaiado.


Antes do show, Clarisse Nogueira, irmã do cantor, subiu ao palco para dar as boas vindas e entregar a notícia que animou até quem já estava animado.

No dia 1º de março estreia a turnê Infinito Samba, comemorando 20 anos de carreira de Diogo, com direito a desconto especial para clientes da Rede Windsor presentes no evento. Marketing afinado com pandeiro na mão.

O repertório foi daqueles que fazem o público cantar sem pensar. Maracangalha, Toda Menina Baiana, homenagens a João Nogueira, Beth Carvalho, Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz, além de um medley carnavalesco com É Hoje, Explode Coração e Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida. Teve emoção, coro coletivo e gente abraçando desconhecido como se fosse velho amigo.

No encerramento, Diogo, sua mãe Ângela Nogueira e a irmã Clarisse entregaram à equipe da Rede Windsor um quadro em homenagem aos 40 anos do grupo, aniversário que será celebrado em dezembro. Samba, memória e afeto no mesmo pacote.
A musa do evento, pelo segundo ano consecutivo, foi Quitéria Chagas, coroada sob aplausos e sorrisos. Elegante, celebrada e absolutamente à vontade, ela agradeceu no palco e selou o clima de abertura oficial da folia.


E a feijoada, meus amores, fez jus à fama. Buffet completo, nove tipos de carnes servidas separadamente, caldinho disputado, petiscos sem modéstia e bebidas liberadas. Saí de lá alimentada, informada e com a certeza de que o Carnaval carioca sabe exatamente como gosta de começar.
