Amores eu sou fanzona assumida, criada a base de Kamehameha na TV Globinho, aviso logo: isso aqui é fofoca canônica com gloss nerd. E das boas.
O anime de Dragon Ball Super fechou as cortinas em 2018 no episódio 131, com aquele climão de final de reality show. Android 17 campeão, universos salvos, Goku exausto, plateia em êxtase. Parecia último capítulo de novela das nove com direito a trilha emotiva.
Aí a Toei puxou o tapete e lançou Dragon Ball Super: Broly. Broly entrou em cena como aquele personagem que surge depois do final oficial e rouba todos os holofotes. Filme canônico, poderoso, posicionadíssimo logo após o Torneio do Poder. Até ali, tudo certo no figurino da cronologia.

Agora senta que vem revelação. A Saga Moro, também conhecida como arco do Prisioneiro da Patrulha Galáctica, acontece exatamente depois de Broly. No mangá, Toyotaro já vinha contando essa história desde 2019, enquanto o anime fingia costume.
Goku e Vegeta viram praticamente servidores públicos do espaço, convocados pela Patrulha Galáctica pra lidar com Moro, o vilão feiticeiro, antigo, perigoso e completamente fora do padrão musculoso gritando nome de golpe. Moro suga energia de planetas, usa magia antiga e obriga os heróis a estudarem, coisa rara nesse universo.

A nova animação, apelidada de The Galactic Patrol, entra aí como continuação direta da série de TV. Nada de reboot, nada de confusão. É o capítulo que estava faltando no álbum de família.
Moro é aquele antagonista que chega numa novela depois de vários vilões barulhentos e muda o tom da trama. Ele não resolve tudo no soco, mexe com energia vital, estratégia, desgaste psicológico. Goku precisa refinar o Instinto Superior. Vegeta passa por Yardrat e aprende controle espiritual, coisa fina, coisa chique, coisa de quem cansou de perder pro protagonista.
A Patrulha Galáctica ganha protagonismo, o universo fica maior, as regras mudam. Dragon Ball cresce sem perder o drama, que é exatamente como a Kátia gosta.
Com a Saga Moro animada, a cronologia fica alinhada do jeitinho que fã gosta de explicar em fio longo no X. A ordem segue clara: Torneio do Poder, Broly, Moro, depois Granolah, e só então Dragon Ball Super: Super Hero.
Isso reorganiza a franquia inteira e dá à Toei um ponto de partida limpo pra próxima fase. Série, mangá e filmes finalmente andando juntos, sem aquela sensação de capítulo perdido.
E eu digo sem medo de errar: a Saga Moro é o elo que faltava. Drama, vilão memorável, evolução real dos personagens e uma linha do tempo que faz sentido até pra quem só assiste e comenta no grupo da família.
Agora pronto. Pode discutir com propriedade, pode corrigir amigo confuso e pode assistir com aquele sorriso de quem entende tudo e ainda faz fofoca melhor que todo mundo.