Amores, o jogador David Luiz denunciou a assistente social Francisca Karollainy Barbosa Cavalcante por calúnia e difamação. Nesta terça-feira (16), o celular da cearense foi apreendido pela Polícia Civil do Ceará após decisão judicial.
Karollainy acusa o ex-atleta do Fortaleza Esporte Clube de tê-la ameaçado e alega que manteve um relacionamento extraconjugal com ele. O defensor, porém, nega tanto as supostas ameaças quanto a existência do envolvimento.
Celular apreendido
Em nota, a Polícia Civil informou que cumpriu a ordem judicial e recolheu o aparelho durante diligências em uma casa em Senador Pompeu, município onde Karollainy mora. O caso segue em apuração na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza, que investiga a denúncia de perseguição e ameaça registrada em agosto.
O advogado de David Luiz, Thiago Andrade, confirmou que pediu a apreensão do celular da assistente social para a produção de provas periciais.
Já a defesa de Karollainy afirma que ela havia entregue voluntariamente o aparelho à delegacia no final de agosto e que voltaria a cumprir qualquer ordem judicial.
A denúncia de Karollainy
No boletim de ocorrência, a assistente social relatou ter recebido mensagens ameaçadoras atribuídas ao atleta. Em uma delas, ele teria dito: “Você sabe que tenho dinheiro e poder, então não banque a esperta. Seria triste seu filho ter que pagar as consequências dos seus atos.”
Segundo o relato, David Luiz também teria escrito que poderia “fazê-la sumir” sem que nada recaísse sobre ele. O teor das mensagens levou a Justiça a conceder rapidamente uma medida protetiva a favor da denunciante.
Karollainy ainda afirmou que pensou no caso da modelo Eliza Samudio, assassinada em 2010, ao interpretar a gravidade das supostas ameaças.
Defesa do jogador
Os advogados de David Luiz classificaram como falsas tanto as mensagens quanto a versão de que ele teria tido um relacionamento extraconjugal com Karollainy. Eles sustentam que a apreensão do celular será fundamental para comprovar a inocência do atleta e desmentir as acusações.
O caso segue em segredo de Justiça.