Gente, na noite de ontem, estive com algumas amigas em um pub elegantérrimo onde tivemos uma happy hour super agradável enquanto acompanhávamos o programa de minha íntima e idolatrada Dani Albuquerque. Entre um chopp e outro, ficamos por dentro da perspectiva de um apresentador mega polêmico sobre a tal da cadeirada.
Bem, em entrevista exclusiva ao programa Sensacional com Daniela Albuquerque, da RedeTV!, José Luiz Datena rompeu o silêncio sobre o episódio inusitado de agressão que protagonizou durante um debate entre candidatos à Prefeitura de São Paulo, em 2024.
Na ocasião, Datena ergueu a cadeira em direção a seu então opositor, Pablo Marçal e precisou ser contido por outros candidatos.
E ao ser questionado sobre a maior loucura que fez na vida, o jornalista confessou que o episódio da cadeirada é seu maior arrependimento até então.
“Eu sou tão louco que não lembro a maior loucura. Bem, talvez tenha sido aquela bobagem que eu fiz de dar a cadeirada naquele cara lá, no Pablo. Acho que essa foi a pior loucura que eu fiz”, revelou.

Sobre as desavenças que teve com Marçal durante os embates políticos do ano passado, Datena reforçou que o agrediu por impulso e que deseja o melhor para a vida do coach.
“Eu quero que ele seja feliz na vida dele, acho até que, no que ele faz, ele é muito bom. Ele foi infeliz naquele momento, acho que até chegou a pedir desculpas em programas televisivos. Foi um caso que eu não sinto orgulho de ter feito isso”, reiterou.
O apresentador da RedeTV! recordou que sempre encontra pessoas que o elogia pelo episódio agressivo contra seu opositor e garantiu não se orgulhar do feito.
“Todo lugar que eu vou tem muita gente que não gosta nem dele e nem de mim. E quem não gosta do cara [Marçal], fala: ‘Pô, legal aquela cadeirada que você deu’. Mas aquilo, sinceramente, não me fez bem e não foi uma coisa muito legal. Foi uma coisa que eu poderia ter agido de outra forma”, comentou.
E completou: “Enfim, eu não sinto orgulho. Talvez essa tenha sido uma atitude que se eu tivesse a oportunidade de voltar atrás, eu voltaria, porque não sinto orgulho nenhum disso.”