Meu amoooor, segura esse microfone de ouro, porque o que eu vou te contar hoje não é notícia:
É ENREDO, é DRAMA, é RETORNO TRÁGICO-GÓSPEL, é Daniel Alves versão Testemunho Power 220 volts.
Sim, você piscou e o ex-jogador mais titulado do planeta surgiu não em estádio, não em coletiva, não em Dubai, mas num culto evangélico em Girona, rasgando o corredor da igreja como quem vai fazer um gol no último minuto.
Eu estou desesperada, trêmula, arrepiada, perplexa e ao mesmo tempo fascinada, como toda boa jornalista que ama um recomeço com plot-twist bíblico.
A Igreja Evangélica Elim, em Girona um galpão cheio de gente, câmeras, celulares, glória, aleluia e um Daniel Alves literalmente caminhando entre as cadeiras como se estivesse entrando no Camp Nou.
E ele não fala baixo, NÃO:
Ele profetiza, ele aponta, ele declama, ele gesticula, ele anda, ele performa uma pregação furiosa, dramática, teatral, exatamente como você imagina que um jogador acostumado a Champions League faria.
Honestamente?
A entrada dele no culto tem mais efeito que muita final de Libertadores.
Num dos cultos, Alves solta a frase que explodiu nas redes:
“Eu fiz um pacto com Deus. E Deus nunca falha.”
A igreja foi abaixo.
A internet foi abaixo.
A Espanha ficou sem servidor.
Ele fala como quem atravessou um vale sombrio e você sabe qual vale é esse e agora surge com a dramaturgia completa do “fui provado, fui quebrado, mas voltei afiado”.
É novela gospel, meu amor.
É Os Dez Mandamentos encontra Globo Esporte.
O estilo da pregação: mais vestiário do que seminário
Daniel Alves prega como quem dá bronca em time perdendo de 3×0, dedo apontado, maxilar travado,
voz firme, espanhol misturado com português e frases que parecem briefing motivacional de final de campeonato.
E no meio disso ele solta:
“O Deus de lá não está longe de vocês.”
Minha querida, se eu estivesse ali, já tinha levantado da cadeira, gritado “GLÓRIAAA” e derrubado dois fiéis só pela emoção.
O homem que ganhou TUDO…
Que viveu o auge, o inferno, a queda, o silêncio…
Agora aparece pregando num galpão da Catalunha, dizendo que sua história é prova viva da mão de Deus.
E, como boa coluna que não tem medo da Verdade, lhe digo;
o mundo AMA uma narrativa de redenção.
AMA.
Não resiste.
Viraliza antes mesmo de entender.