Menu
Kátia Flávia
Kátia Flávia

Christian Chávez invade o Chá da Alice e transforma o Carnaval do Rio em novela mexicana

 Eu avisei que esse Carnaval ia virar drama internacional com direito a close, coro e fã chorando na grade.

Kátia Flávia

24/01/2026 8h30

Eu avisei que esse Carnaval ia virar drama internacional com direito a close, coro e fã chorando na grade.

Eu, acordei com o cabelo armado e o radar de fofoca ligado porque a notícia caiu no meu colo como confete molhado em Copacabana. Christian Chávez confirmou presença no Bloco Chá da Alice e pronto, o Carnaval do Rio ganhou trilha sonora latina, olhar intenso e fã brasileiro suspirando como se fosse último capítulo de novela das nove.

Anota aí, meu bem, 24 de fevereiro, concentração cedo, Centro do Rio fervendo, trio elétrico passando e Christian surgindo como galã que entra atrasado na festa só para ser notado. Eu já imagino o roteiro. Ele sobe no trio, o público grita como plateia de reality em eliminação falsa, alguém perde o celular, outra pessoa perde a compostura e o Rio inteiro finge costume com esse crossover México Brasil que ninguém pediu, mas todo mundo precisava.

Christian chega em clima de gratidão, proximidade e aquele jeitinho que o fã brasileiro reconhece de longe. Olho no olho, mão no peito, sorriso de quem sabe que aqui o aplauso é suado, sincero e acompanhado de glitter biodegradável. Ele não vem para cumprir agenda, vem para viver o bloco como se estivesse no meio da multidão, cantando e comemorando com quem sustenta essa relação antiga e cheia de afeto.

E segura esse roteiro porque o Chá da Alice vira prólogo de turnê. Antes de sair rodando o Brasil com a Para Siempre Tour, o moço resolve realizar um desejo antigo no Rio, cantar em bloco de rua e sentir o termômetro popular que só o Carnaval entrega. Depois disso, ele cai na estrada, começa em Fortaleza no dia 27 de janeiro, passa por Recife, Salvador, Brasília, Campinas, São Paulo, Rio, Porto Alegre, Curitiba e fecha essa primeira fase em 12 de fevereiro. Em agosto, ele reaparece em Goiânia, porque drama bom sempre tem retorno.

No palco, segundo minhas fontes  e meu sexto sentido fofoqueiro, vem repertório que revisita a carreira, abraça a fase atual e aposta na conexão direta com os fãs. É aquele tipo de show que vira reencontro, com gente cantando junto, chorando no refrão e jurando que esse foi o melhor momento da vida, até o próximo story.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado