Eu não tenho estrutura para esse casamento. Nenhuma. Porque Charles Leclerc não se casou. Ele performou um evento cinematográfico em Mônaco, com roteiro, figurino, locação de luxo e, claro, uma Ferrari que custa mais do que o PIB de cidades inteiras.
O piloto da Ferrari oficializou o casamento civil com a influenciadora e historiadora de arte Alexandra Saint Mleux neste sábado, em uma cerimônia íntima no Principado. Só família, amigos próximos e aquele clima de “não é um evento, é um momento”, que a gente sabe que vira evento mundial em dois minutos.
Mas o auge, meu amor, veio depois.
Assim que a cerimônia terminou, Leclerc simplesmente assumiu o volante de uma Ferrari 250 Testa Rossa de 1957, modelo lendário, raríssimo e avaliado em dezenas de milhões de euros. Ele mesmo dirigindo. Alexandra ao lado, segurando o buquê. Motos escoltando. Fãs em choque nas calçadas de Mônaco. Eu assisti aos vídeos e pensei “isso aqui não é casamento, é desfile histórico”.
As imagens viralizaram em segundos e reforçaram o status de Leclerc como ídolo absoluto fora das pistas. Porque uma coisa é vencer corrida. Outra é sair do próprio casamento guiando uma relíquia da Ferrari como se fosse passeio de domingo.
O romance do casal já era acompanhado de perto desde 2023, mas o noivado elevou o nível da fofura estratégica. Leclerc preparou um pedido cheio de rosas, diamante e até participação especial do cachorro Leo, que apareceu com uma mensagem dizendo que o “papai” queria se casar. Eu avisei lá atrás. Isso não ia terminar discreto.
Agora, com casamento confirmado em Mônaco e Ferrari histórica dominando os vídeos, o sobrenome Leclerc entra direto nos trending topics globais. Esporte, luxo, romance e automobilismo clássico no mesmo pacote. Tudo isso a poucos dias do início da temporada 2026 da Fórmula 1.
Eu só digo uma coisa. Enquanto alguns pilotos treinam largada, Charles Leclerc treina cena icônica. E nessa corrida paralela, ele também está largando na pole.