Menu
Kátia Flávia
Kátia Flávia

Chaiany, Jordana, Paulo Augusto e Ricardo já estão na Casa de Vidro Centro-Oeste do BBB 26 e o clima é de sobrevivência

Aqui não tem ensaio nem personagem bonzinho, tem passado pesado, ambição declarada e gente avisando que vai passar por cima.

Kátia Flávia

10/01/2026 9h20

Aqui não tem ensaio nem personagem bonzinho, tem passado pesado, ambição declarada e gente avisando que vai passar por cima.

Amores, a Casa de Vidro Centro-Oeste abriu e virou aquele cenário clássico onde o Brasil decide quem entra no jogo e quem volta pra vida real com frase motivacional no Instagram. É cerrado, é sol na cabeça e é nervo exposto no vidro.

CHAIANY

25 anos, criada na roça, sem internet, sem frescura e com perrengue desde cedo. Começou a trabalhar aos 10, virou mãe aos 15 e hoje está desempregada, mas longe de estar derrotada. Chaiany é explosiva, chorona, leal e sem paciência. Já avisou que é brigona como um cão e que vai atormentar os adversários. Quer dinheiro, carro, dignidade e orgulho pra família. Delicadeza não está no pacote.

Foto: Reprodução/GShow

JORDANA

Advogada, modelo, influencer e dona de uma autoconfiança que entra antes dela no ambiente. Jordana cresceu entre Goiânia, Brasília e decisões difíceis, mas nunca passou necessidade. Argumenta bem, fala melhor ainda e gosta de estar sempre impecável. Vaidosa, intensa e teimosa, acredita que vencer no BBB é consequência de viver tudo sem arrependimento. Romance no reality? Dispensa. Ela quer jogo, não DR.

Foto: Reprodução/GShow

PAULO AUGUSTO

21 anos, estudante de Veterinária, goiano raiz e competitivo até quando o prêmio é uma galinha. Cresceu acompanhando o pai na roça, ama bicho grande e não foge de confronto. Verdadeiro, observador e direto, não tolera falsidade. Quer ganhar prêmios, viver a experiência e provar que idade não define maturidade. Se tiver disputa, ele corre atrás.

Foto: Reprodução/GShow

RICARDO

35 anos, modelo, pai de dois filhos e currículo internacional que passa pela China, pelas passarelas e pelas pistas de basquete. Ricardão é família acima de tudo, romântico assumido e trabalhador incansável. Já foi atleta profissional, hoje dança, modela e se posiciona quando algo desagrada. Entra focado em competir, mas confessa que se apaixona fácil. O coração pode virar vantagem ou problema.

Foto: Reprodução/GShow

Na casa de vidro do Cerrado, não tem santo, não tem vítima e não tem coitado.Tem gente querendo mudar de vida com o Brasil olhando.

Quem aguentar o vidro, entra.Quem perder o controle, vira meme. E quem fingir demais, o público percebe. No Centro-Oeste, o jogo não começa devagar.

Começa valendo.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado