Amadas, respirem fundo porque aqui não tem chá milagroso, nem promessa fake de barriga negativa em três dias. O que Carla Prata faz depois do Réveillon é exatamente o que ninguém quer ouvir, mas todo mundo precisa saber.
Depois de semanas de excessos, noites mal dormidas e um corpo gritando por socorro, Carla entrou no assunto com propriedade de quem vive na própria pele os altos e baixos da inflamação. Portadora de uma doença rara e convivendo há anos com processos inflamatórios crônicos, ela aprendeu cedo que atalho costuma sair caro.
Nada de detox milagroso. Nada de radicalismo. O foco é desinflamar de verdade.
A tal “receita milagrosa” começa com o básico bem-feito: alimentação limpa, hidratação levada a sério e respeito absoluto aos limites do corpo. Carla reduz ultraprocessados, corta exageros, prioriza comida de verdade e ajusta o ritmo. Sem pressa. Sem culpa. Sem punição.
E tem um detalhe que muda tudo: ela não faz isso para caber num vestido, faz para continuar de pé. Para trabalhar, desfilar, dançar, viver. O corpo, para ela, não é vitrine. É ferramenta.
Com a autoridade de quem é Rainha de Bateria e convive com rotina intensa, Carla joga luz numa conversa que costuma ser rasa nas redes. Resultado rápido até pode aparecer, mas o que sustenta é constância. O resto é espuma de Instagram.
O recado é direto e até desconfortável: não existe milagre pós-Réveillon. Existe escolha diária. Existe autocuidado sem glamour. Existe maturidade.
E talvez seja exatamente isso que mais incomode. Porque dá trabalho. Mas funciona.