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Kátia Flávia
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Capetinha come bife dos recém-chegados do Quarto Branco e deixa Babu em choque no BBB 26

Jogador devora carne preparada para participantes que passaram dias à base de bolacha e áudio de desespero escancara climão na casa.
Fome, culpa e silêncio pesado transformam a cozinha em campo minado.

Kátia Flávia

18/01/2026 9h35

Jogador devora carne preparada para participantes que passaram dias à base de bolacha e áudio de desespero escancara climão na casa. Fome, culpa e silêncio pesado transformam a cozinha em campo minado.

Amores, isso aqui não foi distração boba. Foi cena pesada. No Big Brother Brasil 26, a casa entrou em choque depois que o Capetinha comeu justamente os bifes destinados aos recém-chegados do Quarto Branco. Aqueles mesmos participantes que passaram cinco, seis dias confinados, sobrevivendo praticamente de bolacha água e sal.

Quem preparou a carne foi Babu. Quatro bifes, contados, feitos pensando na chegada de quem vinha fisicamente e emocionalmente esgotado após a prova mais cruel da temporada. Era comida com destino certo. E mesmo assim, desapareceu.

Quando percebeu o tamanho da besteira, o Capetinha entrou em modo desespero total. O áudio fala por si. Discurso atropelado, nervoso, cheio de palavrão e justificativa atravessada. Disse que não sabia que os bifes eram deles, que todo mundo estava conversando, que achou que estava liberado. Tentou se explicar dizendo que “quatro pessoas comiam quatro bifes”, depois se enrolou ainda mais e soltou que “comeria todos”.

O problema é que ali não era só carne. Era respeito com quem estava voltando destruído, depois de dias de privação extrema. E isso a casa sentiu na hora. Não teve gritaria, mas teve aquele silêncio constrangedor, pesado, que vale mais do que qualquer barraco.

Babu ficou visivelmente em choque. Não pelo bife em si, mas pelo contexto. Pela falta de sensibilidade. Pela leitura errada do momento. No BBB, mexer na comida de quem passou fome pesa. E pesa muito.

O Capetinha jurou que não foi por maldade, que foi distração, conversa atravessada, erro de interpretação. Só que no jogo da convivência, fome não perdoa e desculpa não enche prato.

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