Eu, Kátia Flávia, acordei com cheiro de gasolina premium e drama das oito. Caio Castro largou o camarim, guardou o texto decorado e estacionou direto no paddock da Globo. Sim, meus amores, o galã virou comentarista de Fórmula 1 em 2026. A vida dele segue sendo uma novela, só que com capacete.
Caio começou como crush nacional em Malhação e resolveu brincar de velocidade até ficar sério. Competiu, sujou a mão de graxa, ganhou casca. Agora entra no Grid da Globo, programa de estúdio, falando de corrida com cara de quem sabe diferenciar asa traseira de drama de bastidor. Eu observo com a sobrancelha arqueada e o coração curioso.

Calma, fãs do ronco. O moço não vai rodar o mundo de avião atrás de cada GP. A função é de análise, debate, leitura de corrida. Comentário técnico com tempero de quem corre. Gosto assim, pé no chão e olho vivo.
No time, entra Antonella Bassani, campeã da Porsche Cup, trazendo o olhar de quem disputa prova de verdade. Na apresentação, Alessandro Jodar segura o volante do programa. Eu adoro elenco que entrega currículo.

Depois de cinco temporadas na Band, a Fórmula 1 retorna à Globo com pacote caprichado. Na TV aberta, 15 GPs ao vivo. Nos pagos, cobertura total. A narração fica com Everaldo Marques, comentários de Luciano Burti e a sempre afiada Mariana Becker direto das pistas. No SporTV, é maratona completa de GPs, sprints, treinos e classificação.
