GENTE, PARA a esteira. Eu tava subindo a inclinação que já tava dificultando minha vida, e o zap da produção chegou desse jeito que eu solto o peso no chão e nem ligo pro barulho.
Bruno, de 45 anos, já tava com um quadro de gastroenterite e, ao desembarcar em Natal, a pressão despencou de tanta desidratação. Foi direto pro hospital, fez bateria de exame, tomou soro, virou a chave.

E aí vem o timing de artista raiz: liberado pelos médicos, ele cumpriu a agenda igual combinado e subiu no palco na mesma noite de sábado, ainda agradecendo ao vivo o atendimento que recebeu no hospital horas antes. Dedicação ou masoquismo profissional, você decide.
No story, ele escreveu que “com saúde não se brinca” e que “sempre vai achar o sol, uma marquise pra se proteger e seguir”. Poético demais pra quem tava de soro no braço na tarde anterior, mas ninguém disse que Sorriso Maroto ia cantar samba raiz sem drama, né.
Fica o recado da Kátia pro Bruno: void bonito o “sempre em primeiro lugar” que você mesmo escreveu. Beber água não é oposto de talento, moço. Beber água É talento.