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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Bolsonaro cai, bate a cabeça e mobiliza médicos e polícia

Um relato seco de Michelle Bolsonaro expõe uma madrugada tensa, levanta alertas sobre a saúde do ex-presidente e reacende o clima de vigilância total em torno dele.

Kátia Flávia

06/01/2026 13h08

Um relato seco de Michelle Bolsonaro expõe uma madrugada tensa, levanta alertas sobre a saúde do ex-presidente e reacende o clima de vigilância total em torno dele.

Meninas, segura esse espresso curto e amargo porque a madrugada foi pesada. Michelle Bolsonaro quebrou o silêncio com um texto direto, quase sem fôlego, contando que Jair Bolsonaro sofreu uma crise enquanto dormia, caiu e bateu a cabeça em um móvel. Nada de metáfora aqui, é chão frio, susto real e relógio parado às três da manhã.

O detalhe que gela a espinha vem logo depois. O quarto estava fechado e o atendimento só aconteceu quando foram chamá-lo para a visita. Tradução livre da Kátia: houve demora, houve tensão, houve aquele silêncio que grita quando algo sai do controle. Michelle relata que estava com o médico aguardando o delegado para entender como foram prestados os primeiros socorros. Quando entra polícia no roteiro, não é drama, é protocolo.

Michelle Bolsonaro escolheu poucas palavras e fechou com um “Só Deus”. Quem acompanha o histórico entende o peso disso. Bolsonaro já passou por cirurgias, internações, intercorrências intestinais e episódios que sempre colocam sua saúde no centro do debate público. Cada novo susto vira assunto de Estado, mesmo fora do cargo.

Foto: Reprodução/ Instagram

Nos bastidores, o clima é de cautela. Nenhum boletim médico detalhado foi divulgado até agora, o que alimenta especulações e liga o modo alerta em aliados e adversários. Em italiano bem novela das nove, é aquele momento em que a câmera fecha no rosto do protagonista e todo mundo prende a respiração esperando o próximo capítulo.

O fato é simples e duro. Houve uma crise. Houve uma queda. Houve impacto na cabeça. O resto ainda está sendo apurado. Até lá, a cena é de apreensão, médicos em compasso de espera e um país que, goste ou não, continua olhando para a saúde de Bolsonaro como quem observa um termômetro político.

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